FP - Aaron Blake

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FP - Aaron Blake

Mensagem por Aaron de Lymnades em Dom Abr 19, 2015 6:27 pm


Personagem

Nome: Aaron Blake
Idade: 19 anos
Sexo: Masculino
Signo: Escorpião
Veste: Escama de Lymnades

Aparência: Aaron é um sujeito relativamente alto (1.77 m) e magro (69 kg), com o peso bem distribuído pelo corpo que é magro e musculoso. Seus cabelos são longos e pretos, que ele usualmente deixa presos formando três "pontas" acima e o restante solto, apesar de usar rabo-de-cavalo "de vez em nunca", como ele próprio diz. Seus olhos são de um azul estranho e hipnótico com visível tendência ao ciano, que parece se acender quando ele usa as suas ilusões.

 Quanto à vestimenta, Aaron, quando não está com sua Escama, usa roupas pretas longas e simples, mas que facilitem os movimentos em caso de um ataque surpresa e repentino. Em situações mais informais, ele usa as ditas vestes acima e não se sente confortável sem elas.


Psicológico: Aaron é um sujeito quieto e introspectivo. Gosta de ficar na sua (bem como de lugares calmos e silenciosos) e tende a ser solitário. Quando está com os outros Marinas, é o mais quieto de todos, embora peça a palavra caso queira demonstrar a sua opinião. Mantém um pé atrás em relação a tudo e todos, por ter uma desconfiança natural gigantesca. Quase nunca sorri. Por ter nascido em família nobre e ter sido criado como tal, é bastante inteligente e polido. O Marina também é bizarramente perfeccionista, organizado e possui mania de limpeza: simplesmente ODEIA quando qualquer coisa está fora de seu lugar e vai sempre tentar arrumar, apesar dos protestos de quem quer que seja. Também possui uma dose considerável de ironia e sarcasmo, que ele costuma derramar nas lutas, ao provocar os oponentes. Absolutamente nunca fala de seu passado e é bastante vingativo.

Possui plena consciência de suas habilidades e muitas vezes tenta conversar com o oponente, na esperança de, em luta, poder pegar alguma "dica" de sua habilidade para que ele possa realizar um contra-ataque. Também tenta provocá-lo a fim de enraivecê-lo e assim vencer o controle emocional deste, para que suas ilusões fiquem mais eficientes. Outra coisa interessante é o fato de ele ter quebrado um "tabu" entre os ilusionistas: jamais entrar em combate direto. Aaron para este fim convoca uma lança vermelha que ele sabe manejar muito bem.

 Em relação a Poseidon, Aaron reverencia o deus por gratidão eterna. Poseidon lhe deu uma chance de uma nova vida e ele sente que jamais poderá pagar a dívida eterna que tem para com o deus.

Habilidades e Particularidades:




História:
 
 - Aaron Blake -, as primeiras palavras que a mulher pronunciou, depois de um parto longo e sofrido segurando o bebê gorducho e saudável nos braços. - Aaron Blake, esse será o nome dele.

 - Um nome excelente. Bom e forte. Será Aaron! - disse o pai, entusiasmado. Os médicos, naturalmente neutros, não concordaram nem discordaram. Simplesmente arrumaram os instrumentos e foram embora. Mas aquele foi um parto milagroso, já que a Condessa Lya Blake, esposa de Harold Blake, o vigésimo nono Conde de Liverpool, teve uma gravidez bastante problemática. O menino ter nascido foi, de fato, um milagre.
 
Que os pais agradecessem a Deus (ou aos deuses, que fosse) depois.

-x-

 O Palácio de Liverpool era relativamente pequeno em relação aos palácios convencionais, mas o futuro Conde o achava enorme com seus trinta quartos e todos os empregados e tudo o mais que havia por lá.

 Aaron cresceu como um menino nobre, com várias aulas de etiqueta, idiomas, cultura, arte e, bem, tudo o que um futuro Conde de Liverpool deve saber. Teve aulas de combate, é claro, sendo particularmente bom com as lanças, embora encará-lo enquanto ele estivesse com uma espada não fosse também algo exatamente recomendado. Mas ele gostava mais das lanças, se sentia mais legal segurando uma.

 Desde cedo, Aaron manifestou um grande respeito e admiração pela cultura oriental e, depois de ter feito a chantagemzinha básica que toda criança já fez para os pais, conseguiu um instrutor de japonês. Mais uma de suas pequenas vitórias para a sua coleção, pelo visto.

 Mas ele logo descobriu: o japonês e o inglês...  ERAM MALDITAMENTE DIFERENTES!! Depois de oito aulas, ele aprendeu apenas o básico de hiragana e de katakana e só aprendeu não mais que... cinco kanjis.

 Seus pais lhe diziam:

- Você não queria tanto aprender japonês? - e ele ficava quieto. Tinha que admitir que eles estavam certos. "A César o que é de César", ele pensava.

 E os dias passavam tranquilos.

--x--

 - Tenho mesmo, papai? - ele perguntava, no tom de voz de um condenado que vai à forca. A viagem de Liverpool à Paris foi feita por um garoto de cabelos pretos bastante emburrado.

- Sim, Aaron. Eu e o Conde de Paris organizamos isso há muito tempo. Mas hey - ele apertou a mão do filho - um casamento arranjado não é tão ruim assim. Eu e sua mãe, por exemplo. Nosso casamento foi arranjado.

 - Mas papai... - ele tentou apelar. Não queria aquilo, queria ir para casa. Seu pai, usando roupas pretas e longas como as dele, estava calmo. Era espantoso o quanto ambos pareciam. Os mesmos cabelos longos, o mesmo formato do rosto, o mesmo corpo de constituição magra. Não fossem os olhos daquele azul estranho e hipnótico e qualquer coisa nas maçãs do rosto, seria uma cópia idêntica do pai. Porém agora, a atitude calma e relaxada de Harold contrastava com os sentimentos conflitantes de Aaron.

 - Você vai gostar dela, Aaron - seu pai piscou um olho. - Espere e veja.

 Aaron tinha dez anos. Sabia de algumas obrigações da nobreza, mas não queria um casamento arranjado. "E se ela não gostar de mim? E se eu não gostar dela?", ele pensava. Talvez nem todos os casamentos arranjados do mundo fossem como o de seus pais, que eram bem felizes. "É chato ser o primogênito", pensou, emburrado.

 Estavam no hall do castelo de Eddard Elysèes, Conde de Paris. Sua família foi sempre uma tradicional amiga e aliada da família de Harold, fato comprovado por vários casamentos  e alianças e coisas do tipo ocorridos entre ambas. As árvores genealógicas das famílias eram praticamente uma.

 O hall era um espaço enorme e pintado em cores claras, o que dava uma leveza ao ambiente... e o fazia parecer maior ainda. Não bastasse a abóbada central de vidro que deixava a luz do sol entrar... mesmo Aaron não conhecendo ainda a palavra abóbada. Os móveis que haviam por ali eram de madeira-de-lei, embora o garoto, que já conhecia o termo, não soubesse a diferença entre madeira-de-lei e madeira comum. Era madeira, no final das contas. E ele se lembrou do motivo de sua inquietação. E se ela fosse uma menina chata ou pior... e se fosse feia?! O pensamento fez um calafrio descer pela espinha do futuro Conde. Ele ainda estava nisso quando...

  - Vossa Excelência, o Conde de Paris Eddard Elysèes e sua filha, Jeanne Elysèes - anunciou um arauto vestido de um modo que Aaron só soube definir como engraçado. Uma cutucada nas costelas por parte de seu pai conteve o impulso de rir.

 Primeiro veio Edward, que recebeu Harold calorosamente, e então... ela.

 Aaron nunca viu coisa mais bonita em sua vida inteira (certo que dez anos não é lá muito tempo, mas tem muita gente que nem chega nisso, tá bem?). Ela usava um vestido branco que parecia perfeito junto com seus olhos vermelhos e cabelos prateados, que podia-se dizer que eram praticamente brancos. E o rosto. Era. A. Coisa. Mais. Bonita. Que. Aaron. Já. Viu. Na. Vida.

  - Olá, senhor Aaron - a garota, Jeanne, sorriu. - É o senhor o meu noivo? Bem, eu sou Jeanne Elysèes, muito prazer.

  - E então, o que disse? - sorriu Harold, ao ver que seu filho se esqueceu como se fechava a boca para parar de babar.

--x--
  O tempo passa e hoje tanto Aaron quanto Jeanne estão com dezoito anos. Infelizmente, devido a um acidente, Harold e Lya morreram no ano anterior, legando a Aaron o título de Conde de Liverpool. Eddard, agora mais gordo e com alguns fios de cabelo branco na cabeça, encoraja o apressamento do casamento entre Aaron e Jeanne. Os dois se amavam. Então, ele dizia, por que diabos mais atravancar o caminho?

 O casamento se deu numa tépida manhã de primavera, em Paris. Jeanne usava um vestido branco longo e simples. Airosa e leve, ela estava mais linda do que nunca. Aaron, por sua vez, usava na ocasião uma veste longa, formal e preta. O contraste entre ambos era claro, como o dia e a noite, mas eram tão indissociáveis quanto estes. Eles... se completavam. Como as faces de uma moeda, como a Lua e o Sol, como o céu e a terra... como o Yin-Yang.

 A cerimônia foi curta e simples. Apenas alguns parentes e amigos mais próximos compareceram, os noivos queriam algo mais íntimo, sem a pompa que cercava a nobreza.

 Aaron nunca se sentiu mais feliz em toda a sua vida...

... pena que duraria pouco.

--x--

 Aaron estava se sentindo bem. As negociações com o Duque de Winchester foram muito boas, com vantagens para ambos. Ele se esticou na poltrona da carruagem. Ah, em breve estaria em casa, com sua linda Condessa esperando por ele. A vida sabia ser boa.

 À medida que foi se aproximando dos portões da cidade, Aaron foi sentindo algo estranho dentro de si. Algo frio e gelado se revolvia no seu estômago e ele teve que levar a mão à boca para conter um estranho e súbito enjoo e um forte impulso de vomitar. E ele nunca se enjoava em viagens de carruagem.

 - O senhor está bem, Conde? - perguntou o cocheiro, percebendo algo estranho com seu patrão. Um mal-estar súbito desses, algum mal de viagem, devia ser isso. Mas o Conde não era dado a esse tipo de coisa.

 Passaram pelos portões da cidade, e Aaron sentia... aquilo... no seu estômago ir se revirando cada vez mais, como uma serpente se enrolado sobre si mesma. Passaram pelos guardas e o Conde ainda com aquela sensação angustiante no estômago.

 "Aliás, isso me lembrou...", ele pensa. Um sonho estranho, muito estranho na verdade, que teve assim que terminou as negociações de um acordo comercial com o Duque de Winchester. Nele, Aaron estava correndo. Jeanne estava perto, mas não ao alcance dele. Ela parecia flutuar numa espécie de bolha branca em um tipo de transe. Ele corria e corria, mas não conseguia sair do lugar. E sabia que ia perdê-la se não a alcançasse e a protegesse de... alguma coisa. Então, tudo ficava escuro e sua esposa sumia, deixando apenas uma marca vermelha de sangue no lugar. E ele começava a chorar, até que uma voz imponente e poderosa tentava lhe dizer algo, mas ele não conseguia ouvir...e Aaron acordou.

 Sacudiu a cabeça. Jeanne estava perfeitamente bem, aquilo era só um sonho idiota. Nada de mal aconteceria à sua esposa. Mas o que quer que estivesse em seu estômago resolveu migrar para seu coração, deixando-o mais angustiado do que antes. Mordeu o lábio apreensivo, enquanto torcia para rever a sua "Jenny", com as mesmas roupas brancas, o mesmo riso que lembrava o canto de um pássaro, os mesmos olhos que emanavam gentileza...

 O aperto em seu coração piorava à medida que ele se aproximava de seu palacete. Logo viu vários guardas ali, bem como os empregados. Desceu rápido da carruagem e logo encontrou a governanta, uma mulher já idosa, gorducha, baixinha e bondosa. Aquela mulher o criara.

  - Anna! - Aaron se aproximou da governanta, que estava soluçando de tanto chorar. O nariz estava vermelho e os olhos, sempre com uma expressão bondosa neles, agora estavam anuviados pelas lágrimas. O Conde jamais a vira chorar dessa forma. "Pelo amor dos céus, mulher, me diga o que está acontecendo!"

   - Ah, senhor! É uma tragédia! Horrível, horrível! - ela soluçou numa voz pastosa e engrolada e foi apenas o que ele conseguiu entender.

 - Reiheit! - ele se aproximou de seu cozinheiro, um austríaco durão que trocou a cota de malha pelo avental há muito tempo. - O que aconteceu aqui, homem?!

 Reiheit estava em estado de choque, não conseguia falar. Tentou ainda falar com os outros empregados e a cada vez mais seu coração ia se apertando, como se houvesse uma mão em seu peito. E ele não via Jeanne. Aaron nunca foi o tipo religioso, mas agora rezava para todos os deuses de que conseguia se lembrar. E nada de Jeanne.

 Aaron então resolveu entrar no palácio, que agora era tão frio e hostil quando uma instalação inimiga. E, pelo visto, havia se tornado SIM algo inimigo. Que não fosse real, mas depois daquilo não poderia mais viver ali.

 Depois de entrar, ele sentiu como se houvesse entrado num lugar antigo, sagrado e... profanado. Os móveis tombados, as cortinas rasgadas, tudo destruído. mas o pior foi o cheiro. O cheiro ferruginoso e salobro, que serve como o mais fiel e mais eficiente arauto da morte.

 Sangue.

 Súbito, ele se viu correndo, corria como um louco, como no sonho que teve. Seu coração martelava contra o peito, a angústia crescendo até ameaçar devorá-lo. Só conseguia pensar em Jeanne. Onde ela podia estar?! A mão no seu peito apertava seu coração cada vez mais.

 - Jeanne! Jeanne! - ele gritava. "Jeanne! Jeanne! Jeanne!!

 Quanto tempo se passou, ele nunca soube. Talvez um minuto, talvez uma vida. O que importa é que ao chegar ao hall, Aaron nunca mais se esqueceu daquela imagem. Uma imagem que ainda assombra seus piores e mais negros pesadelos.

 Jeanne estava morta. Seu cadáver estava despido e coberto de sangue. O rosto angelical estava desfigurado e somado ao corpo que visivelmente fora bastante machucado após a morte, Jeanne tinha o aspecto triste de uma boneca de trapos desfigurada. Naquele momento, parecia que as vísceras de Aaron estavam gritando, mas isso era ridículo pois ele não tinha mais vísceras. Um bolo que se formou em sua garganta o impedia de falar.

 Logo, alguns empregados entraram e viram a cena: Aaron parado olhando para o cadáver de Jeanne com um olhar mortiço. Algo morreu dentro do Conde naquele dia. Quando tentaram retirá-lo de lá, ele gritou. Um som horrível e desencarnado que matou todos um pouquinho por dentro, o eco de uma dor sem fim.

 O eco permaneceu para todo o sempre no coração do povo humilde, simples e bom de Liverpool.

--x--

 Meia-noite. Um precipício que dava para o mar. Aaron estava só e bem perto da beirada.

 Era óbvio o que ia fazer, não? Torcia para haver algo além da vida. Algo além da morte. Talvez assim ele pudesse encontrar Jeanne... Ah, Jeanne... tão bela e tão pura... tão... perfeita...

 "Por que tinha que ser... assim?", ele pensa, com um nó na garganta.

 Mas mesmo que não houvesse nada do outro lado, ele ia se libertar. Se libertar da vida. Um mundo sem sentimentos. Sem ideais. Sem vida. Sem lutas.

 Sem dor.

 O mar o atraía com uma força assustadora. Será que se matar desse jeito era assim? E a essa altura do campeonato isso queria realmente dizer alguma coisa?


 -Eu te amo... - ele deu um passo à frente - Jeanne... - e se jogou, num oceano negro e tempestuoso como o caldeirão da morte.

--x--

 O impacto foi quase indolor. A água o rodeava e o puxava para baixo, enquanto sua consciência ia lentamente se esvaindo... Aaron se sentia como num universo à parte, flutuando, flutuando, e afundando, indo em direção ao fundo. Seu corpo estava envolto e entorpecido pela água. Aaron abriu a boca e as bolhas saíram com o resto de vida que ainda possuía.

 Ele acorda. Aaron se lembra de ter se jogado e caído no oceano, mas ele estava vivo. Ou achava que estava. Beliscou o próprio braço e viu que sentia dor. Ele estava mesmo vivo. Como não fazia ideia.

 O Conde olhou ao redor. Estava numa espécie de cidade, reminiscente  pelo visto, da Grécia antiga. Mas aquele lugar era limpo, bem movimentado e colorido, como Athenas deveria ter sido em seus anos dourados, não a respeitável ruína que é hoje.

 - Venha - Aaron sente uma voz. Ele não a ouve, a sente. Era como uma vibração que partia da água e se propagava por ela até seu esqueleto. Era calma e poderosa. - Venha - "diz" a voz novamente e dessa vez ele seguiu a vibração. Sempre que ele podia se perder, a voz o guiava de novo ao caminho certo, até ele sentir que chegou ao local que a voz lhe determinou.

 Deveria ser um sanctum sanctorum. Ali havia apenas uma coisa. Uma armadura meio acobreada que se parecia estranhamente com...

 - Um... elfo...? - Aaron se ouviu dizer. Não sabia o que a voz queria dele nem a razão daquela armadura tão estranha estar ali.

 - Sim, Aaron Blake - a voz lhe disse. - Essa é a Escama do General de Lymnades, um dos comandantes das forças dos Marinas. - Aaron ainda estava com a mente meio anuviada e não entendeu aonde a voz queria chegar.

 -Mas... quem é-

- Eu sou o Senhor dos Mares, o Tremedor de Terras, Pai dos Cavalos. Eu sou Poseidon. - Por fim se apresentou. Já que ele estava ali, então fazia sentido que fosse Poseidon... a proteção da água... o chamado do mar...

- Poseidon, o deus grego das águas? Mas isso é-

-Loucura?- a voz pareceu rir. - Não, não é. Você é um dos meus escolhidos. Um dos meus Generais. Vá e pegue aquilo que é seu por direito. - Poseidon o pressionou. Mas aquilo não era o que o ex-Conde queria.

- Mas eu não quero poder! - Ele protestou - Eu... só... quero... - Lembrara-se de Jeanne...

- Infelizmente - Poseidon parecia pesaroso - não posso reviver a sua esposa. Lamento, mas isso está além de minhas capacidades.

Ele ficou quieto. Não cultivara esperança, mas ainda assim ouvir aquilo foi como ver Jeanne morta novamente.

 - Mas aceite o poder. Eu lhe dou uma nova vida... e o poder para a sua vingança - Poseidon diz e Aaron sente algo dentro dele ferver. E dizer que ele não gostou da sensação seria uma grande mentira.

 - Sim... o poder para se vingar... - Poseidon deu a cartada final - de quem matou a sua esposa...

 - Me... vingar....? - ele repete, com o cérebro girando. Por fim, tomou uma decisão. Desde que pudesse vingar Jeanne, pagaria qualquer preço. Poseidon pedia a sua alma. Não de modo explícito, mas ainda assim. E se esse era o preço, então Aaron o pagaria de muito bom grado. E quem sabe um dia...

- Lorde Poseidon, eu lhe concedo minha vida e minha alma, mas quero apenas uma única coisa em troca. - ele disse, com a cabeça voltada para o chão. Os olhos estavam bem abertos e um único pensamento, um único sentimento corroendo suas veias como fogo: vingança.

- E isso seria...?

- Que ninguém tente me parar enquanto eu não tiver completado minha vingança. - ele diz. - E que eu possa matar quem o fizer.


 Poseidon riu. Um som poderoso que fez o assoalho oceânico tremer. A Escama se desfez e se remontou no corpo do antigo Conde, como se feita sob medida para ele. Nem a sua armadura favorita se ajustaria tão... perfeitamente.

- Seja bem-vindo... Aaron de Lymandes.

O marina olhou para o alto. O poder fluía por seu corpo. Sorriu de um jeito malvado.

 Ali acabava uma história... e começava uma vingança.



Última edição por Angelo Oãset em Dom Abr 19, 2015 10:05 pm, editado 2 vez(es)
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Re: FP - Aaron Blake

Mensagem por ADM Daënna em Dom Abr 19, 2015 6:55 pm


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Aparência : bem descrito não vi tamanho pecado nas palavras e assomou bem no "contexto : entendimento".

Psíquico : O mesmo de cima.

História : O que dizer? Bem vamos por partes ok? Sua narração contém boas palavras algo que não faz com que fiquemos perdidos ou então, algo que vire o embaraço. O único problema é o uso indevido de muitas falas deixando fora também o aproveitamento de uma boa narração. Os erros errado de pontos e vírgulas também pode atrapalhar o aspecto de sua ficha deixando talvez maçante de se ler (problemas futuros). 

Dado total : Reprovado.

Mudanças : Edite a história corrigindo o uso dos pontos com mais moderação e o das vírgulas também e além disso, acrescente narrações mais detalhadas. 


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Re: FP - Aaron Blake

Mensagem por ADM Daënna em Dom Abr 19, 2015 10:18 pm


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Bem em vista do edit e do conserto de apenas o aspecto e vendo em mente que pode ser ativo : ESPERO QUE HONRE ESTÁ CLOTH E CORRIJA SEUS ERROS. - O aprovarei com esperanças que evolua, boa sorte e bem vindo. 

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