▲ Apresentações dos Espectros

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Mensagem por Pandora em Sab Abr 18, 2015 7:54 pm

I N Í C I O   


O clima nublado do inferno mais aquela velha aparência sempre úmida do lado de fora era colírio para os olhos de Pandora, que velava a segurança de seu irmão mais novo. Sua cabeça estava pousada na mão direita com a inclinação curvilinea do seu corpo pálido. Os cabelos caíam a frente do corpo e seu vestido ocultava o bom físico que só ela resguardava com pureza e tanto zelo naquele lugar. A ouvidoria de alguns aspirantes servos do imperador Hades, relatou a chegada recente de muitos espectros e como eram seres habitantes de regiões diferenciadas das quais a imperatriz regia, era meio obvio ver que sua apresentação ainda não fora feita. Mas como uma boa mulher inteligente que se presava, a mesma deu trato de ser erguer do trono onde sempre estivera sentada e levantar voz a se fazer notar :

- Traga todos que quero vê-los… - Disse branca se locomovendo até a janela envidraçada. - Chegou a hora, de dar início a nova era. - Completou. Sua mente pairou naquela localidade que assim ficava totalmente vazia. Era atormentador ver que o silêncio reinava por lá ainda mais, sendo o desejo de seu amo. Sua mão pálida acariciava o tridente que era apegado furtivamente pela nobre e assim perto dela, mostrava tamanho poderio de sua patente. Sua face era  série e seu mais inerte trabalho de observar cada canto era miúdo.  Agora assim para a imperatriz com o para Hades que adormecera atrás dos véus de seda poderia dar o devido início ao novo empate da terra era o novo tempo, de uma nova guerra.




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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por ADM Nachash de Mephisto em Sab Abr 18, 2015 10:46 pm

O céu nubloso do inferno daria inspiração até para o poeta mais rebelde. A forma como a luz dava bordas às nuvens escuras, deixava o céu com desenhos abstratos que atormentariam o sono pesado do covarde. Tudo no inferno devia refletir ao medo, caos e escuridão. Os miseráveis perante os Deuses não estariam de férias, estariam em sua punição até que lhe chegasse uma nova oportunidade de viver. Ao menos, Nachash cria em reencarnação.  Deitado à beira de um rio de sangue existente na 7º Prisão, o mesmo só observava o céu e refletia sobre as formas abstratas e obscuras que via.  
O odor fresco de sangue era um pouco incômodo. Porém, por um pouco aquele ambiente lhe agradava. A maior de todas as prisões. Com 10 fossos e uma cachoeira de sangue ao lado de uma antiguíssima árvore. O ambiente lhe era útil para algumas de suas práticas particulares.
Naquele momento, o mesmo apenas caia em um silêncio profundo. A realidade ao seu redor aos poucos se desconfigura e ele entra em um estado de transe meditativo. O cérebro funciona em ciclos elétricos medidos em microvolts. O estado meditativo de Nachash se encontrava em Ondas Theta. Ciclo existente entre a consciência e inconsciência. Nesta frequência há um aumento no processo de endorfina que gera prazer, sendo esta a frequência que se chega com o uso de alucinógenos. Antigos xamãs tinham uma grande experiência com esse estado de transe. Visto que para eles, tais conseguiam alcançar consciência superior e orientar sua tribo.
O espectro de Mefistófeles oscilava entre realidade e fantasia. As formas abstratas tomavam outras formas. Algumas com sentido e outras sem sentido algum. As bordas luminosas das nuvens se faziam mais nítidas e o barulho da corrente que o rio de sangue tomava se fazia mais grave. Ele ficava em pé perante a margem do rio e logo lhe vinham diversas visões, entre tais, a visita de vários daemons de uso pessoal em seus ritos e cultos. Seu cosmo oscilava e isso lhe dava uma incrível precisão do ambiente ao seu redor, porém, continuava em uma linha tênue entre realidade e ficção.  
- Mephisto precisará acordar agora – Falava a voz grave de um daemon pessoal, conhecido pelo nome Azazel. – Temos visita. É bom acordar antes que te vejam maluco desse jeito.
Aos poucos o estado de transe meditativo de Nachash se desfazia e suas ondas cerebrais voltavam ao estado de despertar comum. Suas fantasias que habitavam de forma solida sua atual realidade, se tornavam pequenas imaginações que logo eram substituídas por pensamentos mais críticos como: ‘’Bem... Acho que já meditei o suficiente por hoje. ’’.  
Não de muito distante, uma aproximação se tornava mais nítida vinda do horizonte. ‘’Um espectro terrestre?’’ Pensou o mesmo ao sentir o cosmo alheio de forma mais nítida, tendo certeza ao ver a Sapuris que pouco protegia o próprio corpo portado por seu visitante inesperado. Geralmente, espectros menores eram mandados para trazer alguma informação ou executar alguma tarefa.  Mesmo assim, aquela presença inesperada não era bem vista. Levando em conta a personalidade territorialista do espectro de Mephisto. Seu semblante foi de irritação ao espectro terrestre.
‘’Estava confortável meditando. Espero que esse infeliz fale logo sem rodeios e vá embora.’’ Pensava o mesmo. – O que você quer? Espectro Terrestre. – Deixava nítido um tom carregado de desprezo em sua fala.
- Venho a mando de Pandora. Presumo que saiba quem ela é... – Deu uma curta pausa. Recuava dois passos ao olhar de Nachash e completava. – Ela ordena que todos compareçam a Giudecca. Suas palavras foram ‘’ Traga todos que quero vê-los. Chegou a hora, de dar início à nova era. ’’
- Nova era? New age? – refletia por uns instantes. – Se é só isso que veio trazer, já pode ir embora.
‘’Ir até Giudecca a mando da lendária Pandora? Interessante. Sou anti-social, mas será uma oportunidade para ver os outros espectros deste Submundo.’’ Logo após avaliar a situação. O espectro manifestava o cosmo em suas pernas e se locomovia rapidamente até Giudecca, sendo possível dar grandes saltos e ter grande aumento de velocidade no caminho até lá.
Quando enfim o mesmo freava seu ritmo e se firmava há frente daquela que havia lhe convocado. Observava sua aparência com detalhes. Era um cosmo poderoso que tinha a oportunidade de sentir. O tridente na mão daquela mulher representava poder. Isso a fazia digna de ser uma lenda? Essas análises não tem tanta importância agora. O que ela tinha a dizer?
- Nachash de Mephisto, o guardião da sétima prisão. Não sou fã de muitos detalhes sobre mim. – Nachash dizia isso e elevava seu cosmo, fazendo-o se envolver e destacar o brilho roxo de sua sapuris. Para o espectro, o cosmo de uma pessoa era o modo mais fiel de apresentação. O cosmo representa seu poder, o cosmo representa sua essência.
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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Radamanthys de Wyvern em Sab Abr 18, 2015 11:56 pm



Radamanthys

Apresentação
 


A noite tinha em si uma face sombria fora do comum no Castelo de Hades. No precipício envolto do palácio alemão, que leva as almas diretamente para o mundo dos mortos, onde cada pessoa será enviada ao castigo que merece. Barulhos de cosmos queimados, que surgem e desaparecem no local, quebram o silencio absoluto do ambiente.

No interior do castelo, numa determinada sala, encontra-se Radamanthys, um dos três juízes do inferno, que está por séculos cumprindo com sua responsabilidade, em proteger a primeira esfera da oitava prisão do submundo, chamada de Kaina, e julgar as almas vindas do continente asiático. Lá o Kyoto trajando sua armadura, calmo e centrado, se mantem reservado, degustando de uma bebida enquanto se conforta em uma poltrona situada na sala escura, onde poucos raios do luar, que transpassam as vidraças ao lado, iluminam parte do recinto.

Poucos instantes depois, Radamanthys sente uma inquietação em seu coração, algo parecia o chamar, incessantemente. Soube naquele momento, podia sentir o cosmo de Hades recobrindo-lhe o corpo.
- Até que fim. – Falou consigo mesmo enquanto abre seus olhos, levantando-se da poltrona e deixando sua bebida sobre um dos braços da mesma, pegou seu elmo que estava pendurado na cabeceira do acento, o colocou em sua cabeça, e seguiu em retirada para o fundo do castelo, seus passos, retinindo metálicos, ressoavam pelo palácio, enquanto seu corpo sumia em meio à escuridão.

Chegando na Giudecca, ao entrar no salão, o Kyoto se depara perante a representante e porta-voz de Hades, Pandora. Cujo já conhece e possui um certo  respeito pela mesma.
- Senhorita Pandora...

A força bruta e a frieza, esses são os elementos necessários para a vitória.



Última edição por Radamanthys de Wyvern em Dom Abr 19, 2015 4:26 am, editado 3 vez(es)

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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Marde de Hanuman em Dom Abr 19, 2015 12:47 am



   A súrplice de Hanuman brilhava de forma sombria enquanto protegia o corpo de Marde, o jovem espectro estava sentado com as pernas cruzadas, próximo à cachoeira vermelha. Algumas gotas de sangue resistiam ao impacto da queda e respingavam na armadura negra do espectro, que permanecia imóvel e de olhos fechados, mesmo quando as gotículas decidiam se dirigir para seu corpo, escorregando pela armadura até encontrar sua pele. Entediado demais para fazer qualquer outra coisa, Marde já estava a horas sem mover nenhum músculo, apenas emanando seu cosmo como fazia mesmo antes de se tornar um dos 108. Ele apreciava a sensação que seu cosmo lhe proporcionava, o calor que passava por todo seu corpo, explorando cada nervo e fazendo correntes elétricas se desencadearem pelo seu organismo. Aquilo deveria ser, prazer, algo que Marde sentia apenas quando meditava. E com a súrplice junto do seu corpo, as sensações pareciam ser multiplicadas milhares de vezes.

    Mais alguns minutos de sossego puderam ser aproveitados por Marde, até que ele pode sentir um cosmo se aproximando. O espectro de aparência jovem e entediada abriu seus olhos lentamente.  Provavelmente era mais um espectro terrestre o dizendo que ele não deveria estar ali. Isto era verdade, Marde era o guardião da Oitava prisão, o Cocyto, mas não agradava a ele meditar em um lugar que se parecia com seu antigo vilarejo. Ele ia até a cachoeira de sangue em várias ocasiões, apenas para sua meditação.
 
    — Seja breve, e se for o mesmo assunto de sempre nem precisa gastar seu vocabulário. — Disse Marde, se levantando e se virando para o espectro terrestre, que era alguns centímetros mais alto que o jovem.
 
    — A Srta. Pandora está convocando todos na Giudecca. Parece se tratar de um assunto importante. — O espectro parecia tentar ser firme no que falava, como se estivesse treinando sua fala para um dia dar ordens a alguém.
   
    — Ótimo. Ao menos você foi breve. E da próxima vez tente não se aproximar tanto, nem tão apressadamente, não gosto de sair bruscamente das minhas meditações. — Marde falava enquanto passava pelo espectro sem o olhar. Seu rosto ou expressão não interessavam ao jovem naquele momento. A convocação era a coisa mais inusitada que acontecia ali em anos. E por mais que o jovem não fosse um grande apreciador de reuniões ou coisas do tipo, ele obviamente não iria se negar a comparecer. Ver a representante de Hades discursar sobre algum assunto novo seria interessante, e inconscientemente, o jovem desejava que Pandora usasse as palavras “Athena” e “Guerra”, na mesma frase.
 
  Três cosmos podiam ser sentidos dentro da Giudecca, e era praticamente impossível não reconhecer o de pandora. Até mesmo os espectros que nunca estiveram em sua presença notariam que esse grande cosmo só poderia emanar da representante de Hades. Entrando no grande salão com passos calmos, Marde olhava rapidamente para os outros dois que também responderam ao chamado, mas seu interesse se virou rapidamente para a mulher de pele pálida.

    — Assim como requisitado, aqui estou. Marde, Estrela Celeste da Habilidade, Guardião da oitava prisão. — Dizia Marde calmamente enquanto observava Pandora com interesse. Esperando pelas suas palavras





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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Darthklaus de Griffon em Dom Abr 19, 2015 9:16 am

"Sono eterno, sofrimento, dor. Pouco importa a aqueles que habitavam ao mesmo tempo o presente, passado e futuro."
-Darthklaus.

Sangue, Sofrimento, Agonia, Diversão. Os vermes contorciam-se sob o chicote, pequenas esferas metálias na ponta dos mesmos feriam a carne daqueles que caiam sob o braço da morte. Estalos. O chicote na mão direita estalava sobre o couro de vermes. Sangue Jorrava. Sob a máscara havia um rosto entediado. A mão esquerda levara o cálice a boca. Doce, vinho... não... Sangue, doce sangue de vermes desprezíveis, uma blasfêmia a existência perfeita da natureza divina.
Em meio a contorções, súplicas e sangue, uma figura surgia, aproximava-se de Darthklaus a passos largos e seguros, um erro. Nenhum verme tinha permissão de adentrar os aposentos do Grande. O imaculado aposento de tortura era o local de diversão do Tirano, diversão que por mais entendiante que fosse, trazia um pouco de alegria a existência quase divina de Darthklaus.
Um estalo. Um gemido. O erro existêncial encontrava-se aos pés de Darthklaus, onde era o local mais apropriado a ele. Entre gemidos, grunhidos e dor, a voz do verme surgiu:
- Pandora! Pandora que me enviou! ela requisita sua presença - O medo e o desespero na voz da aberração eram claros, um deleite aos ouvidos de Darthklaus
- Considere o recado dado. Agora corra em direção aquela passagem, lhe darei 2 segundos para sumir de minha vista - em um pulo a aberração encontrava-se na pequena abertura, mal sabia ele que era um fosso de espinhos.
Ao som de dor do verme preso aos espinhos, Darthklaus, se locomoveu em direção ao cosmo quase interessante de Pandora. Darthklaus não nutria sentimento algum por marionetes. Não nutria por Pandora. Ao longo do caminho o inferno se contorcia em sangue e fogo, os arredores bailavam a dança da morte eterna. Dia pós dia, noite pós noite. Tudo ressumia-se a tédio.
Ao aproximar-se do local pode sentir claramente os outros cosmos ali presentes. Mais vermes. Adentrou o salão silenciosamente, mantendo seu cosmo silenciado. Passou como uma sombra entre as colunas do aposento o chicote já não estava em sua mão, fora lançado em algum lugar do Hades, já o cálice fora levado uma ultima vez a boca e lançado ao chão em seguida. Ali estava Pandora. Viu que como um bom cãozinho, algum verme proferiu:
— Assim como requisitado, aqui estou. Marde, Estrela Celeste da Habilidade, Guardião da oitava prisão.
Darthklaus nada disse, apenas recostou-se em uma coluna, aguardava então as palavras daquela pobre marionete. Em sua alma sentia que a hora finalmente era chegada. Uma vez mais poderia varrer a terra em nome de seu mestre. A hora final da humanidade era chegada.

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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Jackal de Balron em Dom Abr 19, 2015 12:52 pm

PRÓLOGO
O chamado dos espectros.
...

                                                   
 
 
Curioso, porém silencioso assim como era do agrado de Jackal. Era notável o pouco movimento de almas na casa do julgamento, talvez naquele dia não tivera morrido muitos humanos, já que todos mortos devem passar pela primeira prisão. O doce som do silêncio se propagava pela vasta morada, aos fundos da primeira prisão, em uma biblioteca residia o guardião de Vênus; Sentado em um assento similar a um trono, Jackal usufruía da leitura de velho e mofado livro, com sua face escorada em sua palma destra e empunhando em sua canhota o livro, o espectro se maravilhava com aquela belíssima história. O som do virar das páginas era o único que se escutava por toda casa do julgamento, mas aquele suave e monótono som logo era atrapalhado por um barulho agudo de passo rápidos, mais precisamente se corrida. Jackal logo se incomodava com aquele barulho, empinando sua sobrancelha direita direcionando seu olhar para porta à sua frente, interrompendo sua leitura.

... :



- Senhor Jackal! Senhor Jackal! - Este era o ruído que se espalhava pela casa do julgamento. Desnecessário ? Certamente, porém tamanha afronta só pudera ser vinda de algum jovem e ignorante terrestre. Após aquele infernal e repetitivo barulho, Markino de esqueleto adentrava o recinto. - Senh... - Antes que pensasse em terminar sua frase, o jovem terrestre era completamente amarrado pelo chicote de balron que se mantinha em sua forma normal, Jackal colocava seu livro ainda aberto sobre o braço do assento e se mantinha a encarar Markino. - Já não lhe disse para fazer silêncio ao entrar na primeira prisão. Não sou surdo e nem lhe devo atenção, então modere-se ao se dirigir a mim. - Ao termino de suas palavras, o celeste puxava seu chicote recolhendo-o do corpo de Markino, o terrestre já com a surplice em cacos ficava caído diante de Jackal que logo indagava em tom sereno. - Diga-me! - Pausou. - Por que veio fazendo todo este alvoroço ? - Já quase sem forças, o terrestre completara sua tarefa ali. - A senhorita Pandora ordenou que todos os espectros se apresentem em Giudecca. - Jackal serrava suas pupilas pegando em seguida seu elmo que estava entre seus pés, vestindo-o. - Uma espécie de reunião, mesmo que prefira continuar a ler meu livro será bom conhecer meus "companheiros" espectros. - Dizia para si mesmo se levantando do assento, o celeste então começava a se dirigir à Giudecca em curtos passos.
 
De fato era uma vasta caminhada até a oitava prisão, sendo que estava localizando no "início" do meikai, Jackal possivelmente seria um dos últimos a chegar. Sabendo que a reunião seria sobre o possível início da guerra santa, o celeste deveria se apressar, mas por ter sido interrompido em sua leitura este não estava com pressa de chegar. Após trilhar as diversas prisões, observar o intenso e eterno sofrimento das almas, finalmente era visível o inferno de gelo. Ao longe era possível sentir diversos cosmos vindo da quarta esfera, pouco tempo depois o celeste chegava a Giudecca. De maneira silenciosa o espectro adentrava o recinto vendo alguns espectros dispersados pelo local, mostrando cortesia à Hades e Pandora, o belo e jovial espectro retirava seu elmo expondo com mais clareza seus longos cabelos prateados, se ajoelhando em seguida e colocando o elmo à sua frente. - De acordo com o solicitado, aqui estou. Jackal de Balron, a Estrela Celeste da Eminência, Guardião de Vênus! - Após se apresentar, o espectro se levantava e seguia para um canto qualquer da sala, onde ficava escorado em um pilar com os braços cruzados.



Thanks Tess
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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Bastet de Esfinge em Seg Abr 20, 2015 12:12 am






Show me your secrets sins.


       Ainda não me adaptara a nova vida no Inferno. Os gemidos de dor que cobriam praticamente todo o Meikai já me incomodavam e muito, e por não pertencer à classe das Estrelas Maiores não havia sido encarregada de guardar lugar algum. Vaguei por muito tempo conhecendo todas as oito prisões destinadas a punir e encarcerar a alma dos pecadores. Por algum motivo mesmo com toda essa peregrinação não cheguei a encontrar muitos semelhantes. Vez ou outra alguma Estrela Terrestre, no máximo. Mas de toda forma aprendi a me virar por ali, já possuía um conhecimento geral sobre os caminhos e o funcionamento do Submundo.
       Naquele dia específico encontrava-me sob um imenso rochedo localizado logo acima do Pântano Negro pertencente à quarta prisão. Aqui os pecadores permaneciam presos a lama no fundo do Rio Estige, e não se viam capazes de atingir a superfície. Por este motivo, fora o local mais silencioso que conseguira encontrar até então. Dedilhava a harpa pertencente a minha Sapuris, até perceber um estranho emaranhado de cosmos se aproximando; não ameaçadores, e pouco desenvolvidos. Parei o que estava fazendo e olhei para trás, a espera. Um grupo de Esqueletos chegaram rapidamente, em passos largos e ansiosos. Me olhavam com certa desconfiança e temor, mas acabaram por dizer o que haviam sido orientados;
       — A Senhorita Pandora a convocou. Dirija-se ao palácio de Giudecca imediatamente.
       Sem ao menos me dar algum tempo de resposta, os três apressadamente amontoavam-se e partiam. Provavelmente nervosos para convocar a todos no pouco espaço de tempo fornecido. Não me demorei a sair dali em direção ao castelo do senhor Hades, estava curiosa para conhecer a elite dos guerreiros.  Por estar nas primeiras prisões provavelmente não seria uma das primeiras a chegar, mas trataria de apressar-me.
       Meus passos ecoavam pelo palácio de mármore conforme me infiltrava em seu intimo. Seguindo orientações fornecidas, encontrei o salão onde seriamos recebidos pela representante de Hades; Pandora. A jovem de longos cabelos escuros observava a todos atentamente, segurando um longo tridente adornado com uma serpente em sua base. Esbocei um pequeno sorriso e uma breve reverência para a Imperatriz, não sem antes correr os olhos pelo salão. Um punhado de espectros se acumulavam ali, mas seus imensos cosmos não eram capazes de intimidar-me. Feições muito jovens, egos demasiadamente grandes. Revirei os olhos discretamente e tornei minha atenção para a outra dama presente;
       — Pandora-sama. Me chamo Bastet, da Estrela Celeste Selvagem.
       Tratei de deixar claro o quão suave minha voz poderia ser, enquanto brincava com as cordas de meu instrumento musical discretamente e me afastava do centro do aposento. Mantive o semblante parcialmente despreocupado e dei algumas ajeitadas em meus pesados cachos negros enquanto aguardava o inicio daquela reunião, torcendo para que a efervescência juvenil que inundava aqueles cavaleiros não fosse capaz de me aborrecer. Preferi manter a harpa junto ao corpo sem ser tocada, para evitar desavenças. Tenho certeza absoluta de que determinadas figuras só estavam a espera de um motivo para iniciar um conflito e prefereria manter-me longe dos holofotes... Por enquanto.



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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Reus em Seg Abr 20, 2015 4:59 am

Chamada aos escravos!

Fomos, então, chamados. Nós, os Espectros. Os piores seres existentes na Terra. Ora, quanta utopia para animais tão imundos, kufufufu!

O lugar era sombrio, sim, e arrepiava a pele de qualquer um que ali chegasse. Porém, por ironia, os mortos não tinham pelos para sentir o arrepio. Pior para eles. Os Espectros tinham, mas o inferno era tão primeira casa ou playground que muitos ali nem ao menos importavam mais com os gemidos ou com os rosnados de Cerbero, o maldito cão. E quer saber a verdade? Pierrot não teve de ser avisado por ninguém de que a Imperatriz do Inferno, a tão bela e mortal Pandora, convocara seus lacaios para abanarem seus rabos imundos. Assim como uma aranha tece sua teia para ir ligando um lugar ao outro e criar sua caça, um gato-fada descobre tudo pelos ventos.
Pierrot não foi o primeiro, nem o segundo, terceiro ou qualquer outro número. Muitos outros vira-latas já estavam lambendo seus lábios à espera do osso que chegaria de sua dona. E ele, claro, como um gato e não um cão preferia se aninhar nas pernas dela a abanar o rabo. O cabelo todo desgrenhado, a tão irônica veste branca ao invés de se pintar com a escuridão doutros lacaios e a máscara lhe davam o ar mais enigmático de todos.
Meu rabo se abana de felicidade, Senhorita Pandora — fez um movimento irônico de abanar o rabo ao chacoalhar o quadril após cair de uma pequena sustentação acima de todo o salão. — Porém, admito que prefiro lamber minha pata imunda como um bom gato.

thanks juuub's @ cp!  

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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Asakura de Atavaka em Seg Abr 20, 2015 8:18 am


O inferno, lugar onde muitos encontram desespero e sofrimento eternos porem alguns escolhidos para fazer parte do exercito de Hades encontravam prazer e poder, não nescessariamente nessa ordem. Eu? Eu havia encontrado TÉDIO , já tinham se passados mais de 10 anos desde minha chegada e ainda não tinha participado de nem uma matança, nenhuma ida ao mundos dos vivos para deixar uma trilha de destruição, estupros e caos. Estava deitado em meio a 15 mulheres, era uma cama gigantesca feita de mármore e com um colchão de plumas, no chão muito ouro parecia um tapete dourado e diamantes estavam decorando toda minha mansão ou meu castelo como eu gostava de chamar. Ainda deitado sinto um cosmo se aproximar, era fraco e pelo geito sabia disso preferindo nos evitar contato visual comigo, era um espectro debaixo rank que parou a uns 15 metros de minha cama -Asakura-Sama, Pandora a rainha do inferno solicita a precensa de todos os Espectros. Vamos? -Realmente não tinha o menor interece em saber oque aquela mulher desgraçada, porem muito bela queria de mim.

Mesmo relutante vesti minha sapuri e caminhei em direção ao encontro dela, pude no caminho sentir vários cosmos, alguns mais poderosos que outros e todos reunidos em um só lugar, minha Sapuri brilhava como uma noite negra e cobria todo meu corpo exceto meu rosto e meus pés, parei a 15 metros da mulher -Atavaka a Estrela Terrestre da Liderança ... É, eu vim .. -  Esperava olhando para a mulher, não podia deixar de olhar seus Seios, eram lindos e comecei a fantasiar com ela em minha cama.


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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Rosier de Garuda em Seg Abr 20, 2015 11:58 am

Ɯɑste Δwɑყ.
          雄星

 


    Outrora; o nascer do sol vespertino que incendiara toda a terra num clarão iminente faria jus ao que todos chamariam de: ''obra'' divina, mas não era nada mais além de átomos, clima, temperatura, posição do sol, ou melhor a naturalidade dos fatos astrólogos e científicos, nada de divindade até então. Seus cabelos escuros traçavam um trajeto até quase sua cintura então dali, era formada sua silhueta magra, não tão em forma para um humano. Estava vagando pelos Elísios, esteve cuidando de seus assuntos e afins por um longo tempo sem dar as caras e nem mesmo se sobressair e apresentar-se, raramente aparecia quando chamado por Pandora, sua desobediência era evidente mas sua fidelidade também.

Pandora nos chamou. subordinados e outros espectros e estrelas celestes o acompanhavam numa caminhada lenta até o inferno. ─ 
   O cosmo de Pandora incendiava desde muito longe, era realmente assustador sentir aquilo, não se sabia se era porque no inferno as coisas ficavam diferentes ou se realmente todo aquele poderio era digno de um colossal que se escondia no corpo daquela mulher, eis ou não, continuou caminhando agora em passos mais rápidos e por sucinto, haveria chegado.
Pan...pandora. ─  seu olhar percorreu a silhueta da mulher e seu corpo tivera-se mantido em uma reverência.

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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Pandora em Seg Abr 20, 2015 6:37 pm

I N Í C I O   


Aos poucos o salão começou a ter a presença de diversos guerreiros e para Pandora, era excitante ver tal cena. A mesma se detinha naquela hora um pouco mais distante dos demais onde tornava-se sentada em seu trono. O tridente estava deitado em cima de sua coxa e um dos dedos estavam bem encostados na cabeça como símbolo de intelectualidade. Seus lábios finos se abriram e uma frase ecoou :

- Ótimo. Vejo que uma boa leva veio… Mantenham-se eretos e cabeça finta em mim e ouçam bem : Nestes últimos dias, recebi relatos sobre a cachoeira de sangue e devo dizer que a inutilidade de todos aparentemente não deva ter percebido ou então não quiseram causar alarde enfim não farei nenhum discurso apenas devo anunciar que evasivamente um Gigante foi liberto por aquelas redondezas e ordeno unicamente a vocês presentes, que dêem cabo. - Ela dera uma pausa grave até dar continuidade e se lançar do trono. Se virou de costas para todos e se ajoelhou diante das cortinas :

- Vão logo… - Repreendeu. 

Diretrizes : LEIAM:


♦ Ok. Isto foi uma apresentação unicamente feita para contagem de quantos espectros estão por aqui; Devem narrar obrigatoriamente a saída do salão e é permitido um cometário em meio do post desde que seja breve;
♦ No dia 22/04 o tópico será trancado e os que não responderão a este último ficará de fora;
♦ Sejam organizados;
♦ Para mais dúvidas basta contatar;
Próxima postagem : Cachoira de sangue



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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por ADM Nachash de Mephisto em Seg Abr 20, 2015 9:15 pm

Aos poucos após sua chegada, observava o fluxo dos espectros que chegavam à Giudecca. Todos com personalidades diferentes, demonstrando isso tanto por suas ações como por suas apresentações. Entre tantos espectros masculinos, o contraste era uma mulher de firme presença, que em sua postura não demonstrava fraqueza.
Assim que Pandora começou a se pronunciar para todos os espectros, Nachash de Mephisto começava a escutá-la com desdém: ‘’ Nestes últimos dias, recebi relatos sobre a cachoeira de sangue e devo dizer que a inutilidade de todos aparentemente não deva ter percebido ou então não quiseram causar alarde’’.
‘’Minha Prisão? Minha cachoeira de sangue? Isso não é possível. Não no meu território. Uma mulher que apenas aproveita para se esgueirar na sombra de um Deus chama-me de inútil? Argh! Procurarei não levar a sério as palavras dessa piada que se acha só por usar um garfo grande na mão. ‘’
Pandora era uma lenda, mas seu jeito arrogante de falar parecia mais uma criança mimada. Sua postura não era imponente, mas frustrada para mostrar alguma força. A diferença entre as duas figuras femininas era que uma tinha uma postura suave que não demonstrava fraqueza, a outra tinha uma postura brusca para não demonstrar o quanto era fraca.
‘’ Vão logo…’’ Ouvia Mephisto vindo de Pandora para todos os espectros. Ele não tinha nenhum pensamento a insultando no momento, porém, seus olhos começavam a se encher de raiva e seu semblante mudava radicalmente. Seu cosmo oscilava agressivamente e o mesmo se virava e partia com o coração acelerado de volta à sétima prisão.
‘’Aquele é meu território. Minha propriedade! Esse gigante vai sair de lá nem que seja no chute. ‘’ Pensava de forma irritadiça. O mesmo não gostava de outros em sua Prisão sem o seu conhecimento. Tendo um jeito bastante territorialista, agora toda sua mente estava voltada arquitetando a aniquilação do inoportuno invasor.
-Quero... Sangue – Balbuciava em uma sonoridade baixa, sentia em seu corpo a energia de um amigo muito próximo e também muito feroz, Belzebu. Agora aquele Gigante seria uma enorme oferenda de sangue.
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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Reus em Ter Abr 21, 2015 2:43 am

Chamada aos escravos!

Que pareça soar estranho, mas nada melhor do que ver tantos cães abanando o rabo por baixo de uma máscara. Pierrot adorava se dirigir aos outros como cães, pois ele era um felino e, bem, conhece a relação entre tais. E qual seria o motivo daquela reunião? Era isso que realmente interessava ao pequeno Cat Sidhe. Quisera por um breve momento conseguir tecer suas teias tão longínquas e descobrir bem antes do que os outros servos, mas infelizmente ainda não tinha tamanha influência. Pandora abriu a boca rapidamente e despejou chuvas e mais chuvas de palavras. Besteiras de olhar para ela, mais bobeiras e o que lhe interessou chegou ao fim: Gigante. Espera, um diabo de Gigante? Pierrot gargalhou baixo quando imaginou um Gigante invadindo o Inferno. Pandora os dispensou, rapidamente, mas Pierrot não pôde deixar escapar a chance de irritar os demais.
Gigante, Gigante, Gigante — repetiu como quem se forçava a não esquecer. — Se for algum Gigante da Gigantomaquia então sinto lhes dizer, lacaios, que será um pouco complicado vencer. Uma vez que um Gigante só pode ser morto por um mortal e um deus. Porém, como nosso benevolente Hades — Pierrot usou todas as formas para ironizar a palavra — ainda não despertou, é pouco provável que vão matar o tal. E se for Alcioneu quem tiver dado às caras... — Pierrot gargalhou.
A saída, então, magistral. Começou a tirar um longo pano branco de sua luva e jogou por cima para que o pano voasse e magnificamente caiu sobre si; sumiu.
thanks juuub's @ cp!  

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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Marde de Hanuman em Ter Abr 21, 2015 11:57 am



Os cosmos que chegavam a todo momento eram poderosos, e mesmo não sendo eles tão interessantes quanto o da representante de Hades, Marde tinha certeza que no profundo de suas memórias ele encontraria insanidades que ele ansiava por entender. As maneiras de se portar diante de Pandora eram bem diversificadas, algumas única, outras um pouco parecidas, e a maior curiosidade do jovem, era se eles se portariam da mesma forma na presença do imponente Hades. O que os impulsionava a lutar no exército do submundo? O que sentiriam quando o imperador estivessem a sua frente? Medo? Repúdio? Respeito? Felicidade? Eram dúvidas cruéis, será que até o mais inflexível dobraria os joelhos quando percebe estar na presença do grande Deus do submundo? Ou ficaria de pé em desafio, e teria sua vida retirada tão rapidamente quanto podemos afastar um tecido de seda de nossa vista? Quanto mais Marde questionasse, mais vontade ele teria de descobrir, ele era assim, sua personalidade não era tão incomum, e sua vida não possuía recheios de insanidades, aventuras, loucuras ou crueldades. E por esta razão, ele queria conhecer os recheios dos cosmos que estavam a sua volta, para preencher seu próprio vazio, ele queria conhecer a tudo que lhe despertava interesse.

O discurso de Pandora não foi demorado, um gigante havia sido liberto nas redondezas da cachoeira de sangue. “Meditei lá por um tempo, como não percebi?” Me perguntei enquanto Pandora finalizava seu anúncio e dispensava a todos. “Não foi bem o que eu esperava. Mas parece que existe algo interessante para se presenciar nas redondezas da cachoeira.” Marde ouviu os comentários de um dos espectros enquanto saia da Giudecca, o que tinha a personalidade mais interessante até o momento, em seguida o espectro desapareceu sob um pano. Marde passou uma rápida olhada pela sala antes de sair, para averiguar as expressões de todos com a fala do espectro que desapareceu, e em seguida, o jovem se retirou.


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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Radamanthys de Wyvern em Ter Abr 21, 2015 5:47 pm



Radamanthys
 




O Kyoto sendo um dos primeiro a chegar na Giudecca, esperou a chegada dos demais espectros escorado em uma das paredes laterais, cruzando seus braços em meio as sombra que escurecem a região. Em alguns minutos o salão já estava relativamente cheiro, cheio de espectros que demonstravam arrogância, típico perfil de um espectro de Hades.

Já estando todos presentes na sala, Pandora começa seu discurso. O que a moça tinha de bela, também tinha de autoritária. Suas palavras foram breves e superficiais, fazendo com que o juiz de Wyvern, se questionasse: "Tantos espectros para limpar a sujeira causada pelo deslize de um? Será mesmo necessário tantos guerreiros para deter tal Gigante?” A pesar de não achar lógico a decisão da porta-voz do imperador Hades, cujo o mesmo é bastante zeloso com seus espectros, seu espírito de luta falara mais alto, e se esse ser é realmente poderoso, Radamanthys teria o prazer em enfrenta-lo.

Enquanto saia do palácio, pode pressentir as agressividades expressas nos cosmos de alguns espectros, já ele preferiu ocultar a sua cosmo energia.




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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Bastet de Esfinge em Ter Abr 21, 2015 7:43 pm






Show me your secrets sins.


      Somente alguns poucos Espectros chegaram após a minha entrada, mas preferi não interagir com ninguém além daquela que nos uniu ali. Seus cosmos eram de fato impressionantes, mas o baixo número de soldados deixou-me preocupada. Se aquele seria o inicio de uma guerra, espero que estes guerreiros sejam de fato experientes para contornar este empecilho. Após o pronunciamento da Imperatriz, um murmúrio surgiu entre os presentes. O anúncio de que um Gigante vagava pelo Inferno provocou um leve sorriso que cortou meus lábios brevemente. ”Quer dizer que a segurança do Submundo é tão falha assim?”.  
      Tratando-se de um ser mitológico presume-se um poder de destruição em massa. Criaturas assim não deveriam vagar livremente desta forma, e sim perder-se na escuridão eterna do Tártaro. Foram poucos os que de fato disseram alguma coisa sobre o ocorrido, mas já se movimentavam para retirar-se do palácio. Fiz meu primeiro movimento após vários minutos, recuando um único passo. Deveria ir até a cachoeira? Não tinha certeza ainda de como reagiria à situação. Seria de fato útil conhecer a habilidade dos cavaleiros de Hades, mas meu estilo de combate estava longe de ser vantajoso contra tal monstro. Seriam necessário ataques em massa que para meu estilo de batalha não eram necessários. ”Não sei nem se as leis de Maat se aplicariam a... Isto.”.
      De toda forma, chegou o momento de partir. Cruzei olhares com alguns poucos na tentativa de sentir suas pretensões acerca da tarefa apresentada, mas em silêncio abri os portões da saleta com a mão direita e percorri todo o saguão até a saída principal.



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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Jackal de Balron em Ter Abr 21, 2015 10:21 pm

PRÓLOGO
O chamado dos espectro. Part II
...

                                                   

O silêncio predominava o local, por sorte tudo estava do agrado de Jackal que ficava perplexo ao ver que os servos de Hades eram mais comportados do que aparentavam. Aos poucos alguns dos cento e oito espectros se reunião no local, em um pequeno intervalo de tempo diversos rostos surgiam no local, cada um se recolhendo para um canto do salão e começavam à analisar uns aos outros. Era cômico visar os todos olhares, seres com personalidades distintas se analisando de modo igual,todos esbanjando uma imensa arrogância que começava a causar um certo incomodo. Porém antes que algo acontecesse entre os espectros, Pandora, a representante de Hades começou seu discurso. Após notificar que um gigante fora libertado nas redondezas da cachoeira de sangue, esta ordenou que todos vão caça-lo. Jackal após o discurso de Pandora, continuou no salão esperando a reação dos demais espectros. - "Cômico! Nos chama de inúteis, mesmo assim nos pede ajuda. Que mulherzinha abusada." - Pensara Jackal com um leve sorriso. Após a saída de alguns espectros, Balron sem dizer nenhuma palavra começa à se dirigir em direção a porta do local, saindo logo em seguida.



Thanks Tess
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Re: ▲ Apresentações dos Espectros

Mensagem por Darthklaus de Griffon em Ter Abr 21, 2015 11:05 pm


Palavras, meras palavras.


 
Após alguma espera Darthklaus pudera apreciar a chegada dos espectros restantes. Por fim, de seu lugar recostado em uma das vigas, escutou atentamente as palavras de Pandora, que para ele nenhuma novidade contaram. Vermes não notaram a presença de inimigos... coisas comuns, porém desta vez passaram dos limites. Um gigante. Seus pensamentos vagearam e ele tentou buscar informações em memórias distantes. Nada Encontrou. Nada sabia sobre gigantes, além do básico é claro, sua mitologia era mais do que clara ao príncipe deposto, porém não conhecia seu oponente e este fato não lhe agradava nem um pouco.

Percorreu o corredor seguindo os passos dos praças ali presentes. Escutou algumas falas. Nada interessante. Em meio a um turbilhão de pensamentos tentava encontrar quaiquer informação útil, mas isto parecia impossível, lembrou das lendas antigas e tentou alcançar o Medo. Impossível. Ansiava por confrontos terrenos, mas gigantes não eram seu prato favorito. 

- Que seja - Disse por fim. 


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