Ficha Kaiki(em construção)

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Ficha Kaiki(em construção)

Mensagem por Arius Hibiki W. Okumura em Sab Abr 11, 2015 10:01 pm


Personagem

Nome: Kaiki Deishuu
Idade: 30 anos
Sexo:  Masculino
Signo: Aquário
Veste: Gold de Aquário



Aparência:
Kaiki é um homem de meia idade com uma aparência muito sombria e melancólica. Ele é visto sempre vestindo um terno geralmente usado num funeral. Possui um olhar melancólico e sonolento com a pele folgada sobre os olhos cujo indicam olheiras. Quase nunca está de armadura, seu físico é normal ao homem comum de sua idade o que lhe faz diferente de toda a maioria dos cavaleiros, já que possuem o físico pelo menos musculoso. Seu cabelo tem o tom verde com dois leves fios caindo sobre a testa enquanto resto fica levantado dando origem ao penteado que faz jus a toda suas características físicas. Algumas pessoas chegam a lhe confundir com um vampiro.



Psicológico: A arte de mentir é a unicamente pertencente ao homem que aos poucos revela ser a verdadeira farsa, sobre o manto sinistro e melancólico se ergue uma máscara que esconde os sentimentos e sorrisos. A doce melancolia tão bela quanto uma nota qualquer traz consigo frustações da vida que deixam marcas. Pode se dizer que um todo vigarista vive de dar golpes e faturar dinheiro, afinal quase tudo no mundo tem a si um valor para ser comprado. Mas no fim nada o difere de outros humanos quaisquer, uma farsa, um vigarista, um mentiroso, um amante de dinheiro, mais um mero pecador.



Habilidades e Particularidades:



História:Bem coube a mim narrar minha própria história a vocês, porém não prometo total sinceridade nos fatos, na verdade talvez seja tudo falso ou eu posso estar sendo sincero. Entendam que sou apenas uma farsa qualquer, um mentiroso cujo ganha a vida através de meras mentiras. É possível em minhas palavras terem sido alteradas as ordens dos acontecimentos, no mais é o que se ganha em ter um mentiroso de narrador da sua própria vida.
Nasci em uma pequena cidade em um dia de chuva qualquer, nenhuma sombra sequer na rua, em uma pequena casinha saia uma fumaça pela chaminé, era o sinal de que alguém nascia, assim se dava sempre a tradição daquela localidade. Claro que dessa parte não lembro estou apenas seguindo relatos de outros cujo provavelmente não devem estar corretos.
Minha mãe era apenas mais uma cidadã daquela cidade, junto de meu pai era insignificantes apenas pessoas normais, mas eles acreditavam que o amor existia e com isso decidiram me criar com o melhor que conseguiam as vezes os próprios privando. Boa pergunta como acabei assim, não acreditando nas palavras e apenas enganando... Isso não deve ser contado na história.
Os dias de minha pequena infância são de poucos relatos e a memória em mim é branda, tudo deve apontar a uma mera vida monótona, sem valor algum, por isso melhor pular essas poucas informações insignificantes que não interessam nada. Em todo caso se quiserem vão e investiguem, assuntos como perca do primeiro dente de leite e aniversários são inúteis.
Como tudo começou em relação a esse mundo mitológico e de crenças? Se me lembro foi num dia de sol quente na praça,  as aulas iam começam em dez minutos e eu estava simplesmente atrasada, larguei na correria afim de chegar a tempo, mas me distraí na praça ao ver uma mera garotinha de costas sozinha, pensei em lhe ajudar. Porém ao chegar perto, tudo se tornou melancólico, a escuridão plena era nítida, os sinos da igreja ressoavam prenúncio de um caos.
O céu e as nuvens foram manchados de preto, tudo estava perdendo a cor, a perdição total ao garoto, o rosto dela ia se virando e com isso a possibilidades de nossos olhares se cruzarem era zero, ela não tinha nenhum olho apenas um buraco no lugar dos mesmos de onde jorrava o liquido rubro chamado sangue, podemos chamar isso de aparição demoníaca se quiser, mais detalhes agora deixam de ser necessários, iremos para a próxima parte da história.
O tempo parece parado. Estranho... Não? Talvez seja apenas tédio, não importa seguimos com os contos, afinal já deu de falar de mim há muito tempo, ignorarei algumas coisas e pularei uns setes anos, desde o incidente na praça, adiantarei para os meus dezessete anos.
7 de agosto, o ano é desnecessário. Nessa época eu tinha resolvido viajar pelo mundo a fim de dar meus pequenos golpes que já viraram costumes, a mentira é algo viciante e que tem o poder de enriquecer alguém notavelmente.
Me lembro bem desse dia, um misterioso cliente tinha me ligado, ele me disse ter pego meu número com uma pessoa ajudada por mim recentemente, rapidamente notei a mentira, mas mesmo assim dei por ouvir a conversa e aceitar um encontro num local afastado da sociedade em uma montanha dentro de uma caverno, logo na Sibéria.
Uma característica minha é ser pontual quando o valor envolvido é alto, no caso estou sempre na hora certa em todos os meus trabalhos. A caverna era escura, mas eu tinha uma pequena tocha em mão, tinha comprado uma e acendido com um isqueiro conseguido numa situação bem interessante, mas deixamos pra outra hora.









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Arius Hibiki W. Okumura
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