Vergil The Dark Slayer

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Vergil The Dark Slayer

Mensagem por Vergil de Cisne em Seg Abr 06, 2015 4:14 pm


Personagem

Nome: Vergil Sparda
Idade: 17
Sexo: Masculino
Signo: Capricórnio
Veste: Armadura de Bronze de Cisne

Aparência: Possui 1,60 m de altura. Seus fios de cabelo possuem uma coloração totalmente branca, os mesmos são jogados para trás, assim o deixando arrepiado no mesmo nível da cor da Lua. Possui olhos azuis com uma cicatriz abaixo do olho direito, nada que comprometa sua visão. Quando não esta trajando sua armadura, usa um casaco azul. Vergil retira tal casaco para trajar suar armadura, assim mostrando por baixo, uma jaqueta sem mangas de coloração negra, calças jeans azuis escuros e botas de couro.

Psicológico: Vergil por consequência de sua infância com a morte de seus pais e a perda de seu mestre acabou por o fazer de certa forma sádico com uma obsessão enorme por poder. Age a maior parte de seu tempo como um ser frio, sem compaixão pelos outros, sendo assim consideravelmente arrogante. Porém possui respeito em relação ao seus superiores, meio à batalhas age como um calculista nato, com a tentativa de estudar seu oponente, podendo até tornar-se um ser "insano.". Vergil não é uma pessoa totalmente devoto a Athena, porem possui uma grande lealdade a mesma, capaz de fazer tudo para provar tal lealdade.


Habilidades e Particularidades:



História:

Bom... Não sei como começar a contar a minha história. Mas ai vai, meu nome é Vergil, meu pais de origem são da Itália. Você deve estar estranhando meu nome, este foi inspirado em um outro nome de um livro chamado "A Divina Comédia" no caso Virgílio, para ser mais exato passei o inicio de minha vida em Veneza. Não posso contar muito, não me recordo tanto dessa época.

Mas eu deveria ir direto ao ponto de como eu virei o que sou atualmente, enfim vamos logo de uma vez. Meu pai e minha mãe eram historiadores, pesquisavam sobre antiguidades não importando o assunto, podendo ser religião, mitologia entre outras coisas. Fomos para a Rússia para uma pesquisa sobre as lendas urbanas de lá, tenho a impressão que meus eles nem ligavam direito para mim, somente acho que eles queriam alguém que continuasse a pesquisa deles. Tragicamente dois dias seguintes da nossa chegada meus pais morreram. E foi ai que começou tudo.

Era dia na Rússia, porém algo que não se dava para diferenciar da noite, o céu era de fato escuro pelo fato da nevasca. Meus pais saíram do hotel, dizendo que iriam em busca em uma nova pesquisa. Como a droga de um filho certinho não me impus, esperei, esperei, esperei, se não me engano cerca de quatro horas. Um homem, com barba densa, trajando um sobretudo de couro, com pontas de neve de cores avermelhadas sobre a roupa entrava em meu quarto. Como eu queria que ele dissesse; "Ei garoto não se preocupe eu somente machuquei o braço". Mas afinal, nem tudo é um mar de rosas, não é? Bom se você ainda está interessado em minha historia, obviamente já deve saber o que ele me falou. De qualquer forma, o dirigiu.

- Garoto, sinto lhe dizer, mas seus pais foram mortos.. - Após isto eu andei para trás, me debatendo contra a parede, com medo daquele homem e então dirigi a palavra a ele.

- Como...Como eles morreram? - Perguntei com minha voz fraca de um garoto da minha idade, enquanto minhas mãos estavam sobre minha cabeça. O tal sujeito suspirava cruzando seus braços, e então fechou os olhos, começando a contar o ocorrido.

- Estava em minha moradia que é afastada desse vilarejo, um homem com suas vestes cheias de sangue e todo ferido bateu em minha porta, obviamente o deixei a entrar, me contou que ele e a esposa haviam sido atacados por lobos selvagens, então ele me pediu para lhe criar... - Parou ali mesmo de falar e começou a tossir.

- E este sangue em sua roupa? - Ainda continuava estranhando isso na roupa do mesmo e então novamente impus um questionamento a ele. O tal homem parava de tossir aos poucos e voltava a sua postura normal, continuando a contar a historia. Os detalhes eram algo nada agradáveis, realmente. Dane-se.

- No caminho me deparei com os tais lobos, infelizmente tive que reagir a eles... A decisão é sua, você virá ou não? - O acompanhei. Afinal, certamente seria minha única opção. E então esse tal homem me criou como se fosse um "segundo pai", que clichê não acha? Esse moribundo se chamava Sparda, ele me ensinou tudo que sei atualmente.

Vasculhei as coisas dele quando tinha 8 anos, achei vários livros com imagens esquisitas, contando a historia de cavaleiros da esperança. Se eu tivesse a idade que eu porto hoje, iria somente achar que era um livro bobo e deixaria passar batido, sem importância alguma. Comecei a ter uma obsessão estranha por àquilo. Sparda viu meu interesse pelo conteúdo após eu obter 10 anos, não acreditei logo inicialmente, todavia, ele me mostrou a arte do cosmo, congelando meu manto que eu utilizava. Um dia então, meu destino começou a se formar positivamente...

Eu utilizava uma camisa preta com uma manga pequena, calças jeans azuis escuros enquanto calçava botas de couro. Sparda trajava uma armadura branca parecendo incompleta, enquanto seu elmo havia a figura de um cisne, por baixa portava uma roupa semelhante a minha. O local de treino era em meio a eminente nevasca. Me dirigia em alta velocidade ao mesmo, com meu punho do palmo direito fechado, afastando meu braço para pegar impulso, e então impulsionei contra o tórax do mesmo, colidindo a mão contra a parte metálica da armadura. Meu punho começara a escorrer sangue, em seguida retirei a mão dali, berrando de dor me ajoelhando sobre a neve pondo a mão contra o solo, com a tentativa de amenizar a dor. Sparda abaixou-se tentando colocar a mão sobre meu punho para tentar dar uma olhada. Me levantava tirando a mão da vista dele, virando-me e caminhando em direção ao recinto. Aquele senhor já cansado dava leves tossidas, não me importava com aquilo. Anos se passavam, já havia dominado o básico sobre o cosmo, estávamos em meio ao de sempre, como todos os dias fazíamos para continuar meu treino. Naquele frio infernal.

- Vergil, irei lhe ensinar uma técnica capaz de congelar seus oponentes de acordo com a força de seu cosmo. - Disse, que se virou contra uma rocha de grande tamanho.

Em seguida o observei fielmente, começou a suspirar um ar gelado, uma aura branca o cobria. Iniciava então a fechar seu punho e então o levantava com o braço erguido em direção a tal rocha, disparando uma onda de cosmo sobre a mesma, fazendo com que uma grande camada de gelo a cobrisse, formando então um pilar de gelo.

- Isso foi simplesmente fantástico Sparda!- Exclamei após observar tal fenômeno. Sparda colocava a mão sobre o abdômen e então sua respiração começava a ficar ofegante, causando então mais tosses, piores que antes, o mesmo então voltava a sua postura normal.

- Quero que você faça o mesmo, agora! - Indagou antes que eu pudesse falar algo em resposta. Me virei então para o pilar de gelo criado por ele. Fechei meus olhos ficando em pé naquele mesmo local, sentindo a brisa gelada do local, começava a estranhar por não o sentir mais em grande intensidade, principalmente naquela nevasca. Era como se algo me esquentasse, talvez isso realmente era o cosmo? Ouvia então um barulho, de uma ave, um cisne para ser mais exato. Entendo no mesmo momento, abria meus olhos rapidamente, era como se eles ficassem cheios de vida.

Comecei a erguer e abaixar um braço de cada vez, em seguida movia os braços em conjunto para cima e para baixo, imitando um bater de asas. Levantava minha perna direita enquanto inclinava o joelho, encostando sobre meu outro joelho com meus braços na diagonal, capaz então de ver a constelação de cisne sobre mim, enquanto uma aura branca se formava ao meu redor. Comecei a abaixar minha perna direita prendendo bem contra o solo, afastando meu braço direito para trás, e então o impulsionando para frente.

- Pó de Diamante! - Gritei. Aquele nome surgia em minha mente instantaneamente, era como se eu já soubesse aquilo inconscientemente. Seguidamente uma rajada branca saia de meu punho em direção à tal pilar, fazendo que o gelo se expandisse, aumentando a grossura do pilar criado por seu mentor.

Após ter feito tal proeza e ver que teve um resultado, estampava um sorriso em meu rosto no mesmo instante. virei minha cabeça para trás para ver meu mestre, e então o voltei os olhares, com uma clara face de orgulho estampada em meu rosto juvenil. O mesmo caia diante ao solo, no mesmo momento me aproximei dele, colocando a mão sobre as costas o erguendo, fazendo que fique sentado sobre a neve.

- Mestre! O que houve? Me diga. - Perguntei desesperado, em seu estado ele não conseguia falar, somente tossia, cuspindo sangue e então percebi, meu mestre estava em um estado crítico de tuberculose, sacrificou seus últimos anos de vida para criar um garoto qualquer..Me pergunto mas por que ele fez isso? É isso que as pessoas chamam de destino? Somente o vi falecer diante de meus olhos, sabendo que não podia fazer nada, meus olhos começavam a despejar lagrimas, com suas ultimas forças ele pegou um papel de seu bolso e em seguida entregou a mim.

- A... Armadura... É de sua posse... Me... Orgulho de você! - Após a morte do mesmo, a armadura que ele trajava saia de seu corpo, dirigindo-se ao chão formando a imagem de um cisne. Tocava na mesma, e então um feixe de luz saia dela, fazendo que em questões de segundos ela se encaixasse em meu corpo. Começando a incrustar quase sempre em si. Botava o corpo de Sparda sobre o monte de neve cobrindo o seu corpo com mais de tais. Abri o bilhete que me falava que deveria me dirigir a Grécia. Voltei a minha moradia sentando-me em uma poltrona, colocando o palmo esquerdo sobre a testa, refletindo sobre o acontecido. E então havia me tocado, sem poder não somos nada. Segui então os dilemas dos famosos cruzados, peguei a armadura de meu mentor que agora era minha e o nome dele como meu sobrenome.

E aqui estou, neste momento na Grécia, atualmente possuo 17 anos. Já sou um sádico sedento por poder, perdi minha inocência ainda jovem. O que posso dizer? Não podemos escolher quem somos, dizer que nosso destino pode ser mudado é de certa forma uma blasfêmia... Ou não, não sou bons com dilemas, porém esta é minha história.





Última edição por Vergil Sparda em Ter Abr 07, 2015 2:56 pm, editado 3 vez(es)
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Re: Vergil The Dark Slayer

Mensagem por ADM Daënna em Seg Abr 06, 2015 5:22 pm

AVALIAÇÃO


Aparência - Pouco redigida e muito cansativa de se ler.
Psicológico - O mesmo de cima.

História - Poucos detalhes e erros de gramática. Precisa impor mais detalhes ok que optou pelo que é hoje, mas coloque mais detalhes. Nasceu na Itália, mas como assim Rússia? O que houve pra ir para aquele país? 
E o homem? Como ele foi te tratar só pelo motivo dos pais terem morrido? Não acha que ia ter algumas coisas que atrapalhariam isso? Como outros familiares? - Isso são coisas que ajudam a redigir uma história... Faça perguntas para que ela não fique muito picada ou simples demais. 

TOTAL : Ficha reprovada 

OBS : Pode pedir a confirmação para um outro ADM ou MOD.

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Re: Vergil The Dark Slayer

Mensagem por Kenshin Himura em Seg Abr 06, 2015 10:12 pm

Assumindo a Avaliação


Psicológico: Bom, é eminente que o descreveu melhor. Embora peço que retire um pouco de palavras repetidas em excesso, o que deixa a leitura meio cansativa. De resto está bom, somente isso.

Aparência: Mesmo detalhe cogitado, prestando atenção na pontuação.

História: Confesso que estivera realmente muito boa, um enredo interessante e que me deixou tentado a aprová-lo agora. No entanto, nota-se ao decorrer da mesma uma falta de organização e alguns erros relativamente "bobos". Sim, eu sei a sua trágica história, que está sem PC e afins. Só que apesar disso, ainda insisto que dê uma organizada melhor, esforce-se apenas um pouco mais nessa questão que já é meio caminho andado pra vim a ser aceito como cavaleiro de Cisne. 

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Re: Vergil The Dark Slayer

Mensagem por ADM Daënna em Ter Abr 07, 2015 6:04 pm

AVALIAÇÃO 
levando em consideração a do Jack.


A melhora se veio em outros quesitos, mas a história continua sendo um problema agora pequeno confesso... Como sua tentativa foi levada a duas avaliações (terceira com esta) decidi aprová-lo porém, não foi em questão de ver a situação no qual atualmente se encontra sua ficha, mas sim tendo em vista a esperança de você evoluir e tal como a patente é um rank baixo, espero que faça bom proveito. 

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