Ragnarök de Pégaso.

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Ragnarök de Pégaso.

Mensagem por Ragnarök de Pégaso em Ter Mar 31, 2015 6:07 pm

Nome Real: Nadezhda Nikolaevich
Pseudônimo/Nome adotada: Ragnarök, pronuncia-se em viking:  Ragnarökr ou Ragnarökkr [ Tradução: O destino dos Deuses ou Crepúsculo dos Deuses ]
Idade: 17 anos.
Sexo: Feminino.
Signo: Gêmeo.
Veste: Amazona de Pégaso.
Filial (Família): Seu irmão gêmeo Russell (Fënrir).
Mestres: Ancião, Lagertha de Perseu e Winged de Libra. (Leia a história).

Psicológico:


A Nadezhda (Ragnarök) é uma pessoa que luta para tomar as rédeas do seu destino. Não gosta de depender de ninguém, nem mesmo dos cavaleiros; NENHUMA PESSOA. É hábil e esperta, em geral consegue o que quer da vida. Mas deve combater a ansiedade e desenvolver o sentido de vida em comum; quando o comportamento mudo que fica irritada de quem a provoca, na hora de explosão, ela se torna uma mulher mais violenta e explosiva. Isso cobre todos os medos que ela tem. Tem dificuldade em se relacionar com os outros. É meio ríspida e arrogante, explosiva e impulsiva e não aceita que a julguem por ser mulher, e quer provar pra todos que pode ser tão forte quanto um cara. Ela tem uma personalidade muito forte e ao mesmo tempo muito bondosa, ela é muito caridosa e muito esforçada para cuidar de seus amigos e companheiros do santuário, também é muito esforçado quando se refere a aumentar suas habilidades, está sempre querendo ficar mais forte e se culpa muito quando não consegue proteger a quem ela ama, às vezes fica irritada quando tentam chantagem contra ela. Torna-se mais forte e mais ignorante contra os inimigos, mesmo que interfira as batalhas dos seus companheiros. Sempre bate o pé e se coloca na frente para impedir, e é capaz  de superar o seu cosmo com atitude de moleque. Às vezes tem uma mania péssima, que é soltar os palavrões quando se irrita. Desde que recebeu a sua educação e a convivência de Viking.

Aparência:


Os cabelos são meios curtos, cheios replicados com os tons pedaços pretos azulados. Os olhos são celestes, com traços que parecia uma criança inocente que demonstra uma expressão ingênua. O seu corpo tem poucas cicatrizes ao devido de queimadura por causa acidente; pode parecer um homem, na realidade é uma mulher. Tem cara de quinze anos, mas a idade engana e a aparência também. O seu corpo parecia ter uns quinze anos também, mesmo os bustos são escondidos sem revelar. A altura é 1.75m, os bustos são 50 e o peso são 70kg. O seu corpo é massa muscular, como estilo de viking por sua convivência. A vestimenta se acostuma em usar dos dois mundos: Usar em roupas de frio, como os vikings usam com as peles e roupas pesadas para serem usados nas guerras. E na cidade de Grécia, Itália e entre países onde ela possa viajar, usa as roupas de masculino para não se misturar com outras pessoas. Se apega mais a vestimenta de asgardiano/vikingianos do que atual das mulheres usam.
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Re: Ragnarök de Pégaso.

Mensagem por Ragnarök de Pégaso em Sab Abr 18, 2015 11:03 pm

História:

Nadezhda Nikolaevich, nascida em Zürich, de Suíça, ela era uma criança muita bonita e elegante, irmã gêmea de Russell. Era uma garotinha bastante educada e meiga, apegada ao seu irmão Russell. Ela nasceu com uma marca nas costas de “asas”, ninguém sabia oque era e ignoravam seu significado  sagrado,  o significado que Pégaso havia reencarnado no corpo daquela menina e achavam que era somente uma elegante marca de nascença. A família Nikolaevich tinha uma lenda sobre sua origem, que seu ancestral mais antigo era o poderoso Logo Gigante Fenrir e que de tempos em tempos um homem na família nascia com o “sangue de lobo” mais forte que os outros, variam historias de lobisomens na família, tanto os clássicos lobos irracionais assassinos quanto de homens que dominaram esse dom e se tornaram guardiões dos homens dos Terrores da Noite e tal “sangue de lobo” aflorou uma vez mais nessa família no garoto Russel. A família é rica e as empregadas cuidavam com amor e carinho o gêmeos casal. Os dois consideravam as empregadas como fossem suas irmãs mais velhas, até uma senhora de idade como fosse sua segunda mãe. Os pais deles costumavam estar ausentes e trabalhando bastante sem tempo de ficar com casal. A família Nikolaevich vem de uma linhagem antiga de guerreiros que servem a deusa Atenha e sempre havia pelo menos um cavaleiro de cada geração servindo a ela no Santuário, mas Vladimir, o pai dos gêmeos recusou a entregar seus filhos a esse mundo de dor e morte e por isso nunca os falou de sua herança guerreira, mas os ensinou sobre virtude e justiça, sobre sempre lutar pelo bem e nunca deixar o mal, do mundo ou o interior, triunfar e ele sempre guiou-os a Athena para que rezassem em usas horas mais escuras, quando a esperança desvanecesse, as forças sucumbissem ao cansaço e a sabedoria definhasse em loucura.

No meio da noite, enquanto todos estavam dormindo em seus quartos aconteceu o inesperado, homens misteriosos invadiram e saquearam a mansão, sequestraram as empregadas e as crianças gêmeas Nadezhda e Russell, ladrões mataram todos os homens, até o pai das crianças que havia abandonado as lutas tentou defender sua família e foi morto. Todos foram levados para um navio antigo de tráfico humano para serem levados para algum destino misterioso, porém às três da manhã, o navio passou por uma tempestade tremenda: relâmpagos por todas as partes, ventos fortes, chuva, ondas colossais, era como se todo o Oceano estivesse caindo em cima deles, foi então que aconteceu um raio acertou o navio enquanto ele navegava o Oceano Pacífico em meio a tormenta, o impacto foi tão poderoso que rachou o navio em dois e logo após isso os monstros do mar vieram dos seus lares nas profundezas para se banquetear com o terror e com as almas desgraçadas que foram pegas naquela tormenta que estava se acalmando um pouco. A mãe dos gêmeos em ultimo esforço conseguiu colocar os filhos em um pequeno bote e atrair a atenção dos monstros para outra direção com a ajuda das empregadas, mas ao preço de suas vidas, as crianças viram o sofrimento e as mortes que jorrava em sangues em torrentes de sangue, até mesmo os seus captores estavam completamente aterrorizados com os eventos no navio, chamas e gritos foram as ultimas coisas que eles se lembram de sua família. Eles gritavam desesperados e com medo, o velho bote logo foi despedaçado pelas ondas, eles então se seguravam um no outro em cima de destroços de madeira. Ambos se machucaram muito com o ocorrido e chegaram a desmaiar por causa do mar violento, mas antes que fossem tragados pelas ondas uma força ancestral despertou, a própria alma de Pégaso os ergueu no ar e os protegeu e através do ventos criados por suas asas eles foram parar em uma praia de uma Ilha perdida para os homens comuns, uma ilha sagrada onde somente aqueles com o Cosmo queimando dentro de si são capazes de alcançar.

Na Ilha havia um clã de guerreiros que desde muitas eras treinavam todo o tipo de guerreiros para a Deusa da Guerra, eles trataram as feridas do corpo dos gêmeos que estavam em repousos, ficaram cerca de três meses deitados na cama . Mas passando este tempo uma vez que eles acordaram viram uma mulher de cabelos longos, com tranças e aura claríssima, claramente descendia de alemães com nórdicos, estava curando os ferimentos no corpo da Ragnarök, virou-se e olhou para o seu irmão que estava dormindo e segurando a mão da irmã sem sequer soltar. A mulher sorriu para ela e contou a história sobre o que aconteceu e ela sentiu uma dor de cabeça e nas costas. Quando o ancião entrou, bateu o seu bastão no chão que fez barulho, o Ancião da Aldeia, estava esperando a vinda dos gêmeos, há mais anos que eles existiam, quando se encontraram e olhou para o céu então olhou profundamente nos olhos dos dois, era como se seus olhos penetrassem o corpo e pudessem ver a alma dentro dele e em um tom preocupado, com um sorriso sincero ele disse: - O nascer de uma nova Mitologia... Acabou de começar. Ele então sorriu com aqueles olhos cheios de rugas por causa da idade, aproximou-se e perguntou se ela vira a “aura” que rondava sua filha. Ela respondeu que sim, e ele sorriu. Explicou que aquilo se chamava “cosmo energia” e que, se ela conseguia enxergar, era bem provável que também possuía esta força. E que, com quase 100% de certeza, foi o cosmo latente na menina que a salvou da morte ao invocar seu guardião espiritual, mas também exauriu-a ao ponto de entrar naquele “coma” de três meses. Dito isso, ancião ofereceu-se para treina-la na arte do combate e da manipulação do cosmo. Como forma de gratidão por mais aquele ato de bondade, a menina aceitou a oferta. O velho então o perguntou como se chamavam, e eles responderam gentilmente os nomes, mas o ancião demonstrou novamente uma expressão séria, sorriu levemente e fechou os olhos: - Vocês nasceram com esses nomes, mas essa garota que nasceu com dom de voar deveria ser chamada de Ragnarök, o “O Destino dos Deuses” e você garoto é que tem o sangue mais vermelho que sangue deveria ser chamado de Fënrir... “ A Fera de Ragnarök.”... Vocês foram feitos um do outro... – Ele sorriu para os gêmeos, Dito isso, ancião começou a treina-los na arte do combate e da manipulação do cosmo com acordo de técnicas. O ancião os treinou para serem guerreiros implacáveis, com muito esforço, noites mal dormidas e ferimentos diversos ao longo dos anos, eles dominou técnicas impressionantes. Com quinze anos Nadezhda brigava muito com os garotos da aldeia. Eles zombaram dela e a chamaram de “frágil, lésbica, machona” e outros nomes não muito agradáveis. Diziam que ela não é capaz de proteger-se, mesmo com as técnicas de luta e o tal “cosmo” dela era fraco e indigno por ela ser mulher. Por causa disso, Ragnarök ficava irritadiça e agia estupidamente com as pessoas que a judiavam e também irritavam o seu irmão gêmeo, diziam que ele tinha medo de sair a noite e era maricas por causa que não lutava para defender sua honra e isso a deixava irritada e a fazia arrumar encrenca, Fënrir só lutava quando decidiam bater nele e quando batiam em sua irmã ou ele achava que passavam da ofensa dos limites com ela. Após alguns anos o ancião mandou a Ragnarök e Fënrir que eles fossem a sua cabana, demonstrou o olhar sério de sempre. Disse aos dois em olhar sério: - A partir agora, vocês iram treinar com um homem que se chama Winged de Libra. Ele vai ensina-los a serem os melhores guardiões de Athena, e obterão a armadura de Pégaso e Lobo no Santuário.

Eles foram para o santuário, mas no meio caminho encontraram o próprio Winged, ele pediu desculpas aos dois, mas ele não poderia treinar os dois ainda, estava muito ocupado com uma nova missão, mas ele enviou cada um para um mestre diferente até que tudo tivesse sido resolvido. Ragnarök foi enviada para treinar com uma Amazona de Prata chamada Lagertha, ela era uma mestra  brutalmente violenta que pegava o peso com a Ragnarök; era alta, cabelos longos dourados e cheio tranças como uma imitação de vikings naquela época. Ela é uma amazona de Perseu e ela é a lendária de escudeira, os seus olhos são esverdeados e determinadas que acreditava a Ragnarök é capaz de vencer. A ensinou em treinos em dia a dia, em noite a noite sem dormir, comia bastante e gastava a energia quase se esgotou. Lagertha era considerada uma mulher mais alta, ensinou-a em artes marciais, mesmo ensinando sobre a “defesa” contra os seus inimigos. Perto do local onde treinava havia uma vila, lá ela conheceu uma bela mulher, que tinha cabelos longos e avermelhadas, os olhos eram serenos e belos com a cor violeta,  ela tinha sardinhas no rosto que lembrava um personagem de Pimentinha. Os lábios dela era finos e delicadas e  costumava usar um batom avermelhado charmosa. A sua pele era transparente como a cor de leite, ela era pequena, até mesmo mais baixa do que a Ragnarök. Ela se chama Lílian, parecia uma dama elegante e bem vestida que dava impressão de que uma mulher rica. As duas de tornaram amigas e certo dia ela convidou para ser guarda-costas. Ela se apaixonou perdidamente por Lílian na primeira vez que a viu e não resistiu ao charme dela e ficava atrapalhada na hora de conversar com ela. Com os meses e o tempo passando ela já sabia que a Lílian era casada, e mesmo não gostava do marido dela que era um homem violento, todos os dias ele chegava em casa tribêbado e fedendo muito, um cheiro verdadeiramente horrível e batia em Lílian todo santo dia até o dia em que Ragnarök aparecer na casa para convencer ela a viver sozinha. Antes desse dia sempre protegia à mulher; sempre colocava o marido dela para a rua ou na cadeia, mas como um homem influente ele sempre saía de lá e continuava violenta-la, mas naquele dia Ragnarök não aguentou mais o abuso sobre Lílian que sofria pelas mãos do marido, ela encheu sobre os acontecimentos e acabou tentando matar o homem e descobriu que ele possuía um cosmo maligno e começou uma luta ali mesmo na casa, Ragnarök não esperava isso que ia acontecer, com os seus dezessete anos, conseguiu completar a técnica que sua Mestra lhe ensinará, a técnica “Plasma de Pégaso” e acabou matando pela primeira vez.

Fënrir foi para mais longe, para a Rússia no seu estremo Norte, ao chegar ao santuário que treinaria ele teve uma surpresa, seu mestre era seu vó Orzov Nikolaevich, ele pensava que seu vô estivesse morto há muitos anos, mas algo em sua aura o incomodava e impediu que ficasse feliz em vê-lo novamente, seu rosto tinha uma expressão cruel e rindo com um tom sádico ele disse: - Se prepare para conhecer o Inferno se quiser controlar essa maldição que carregamos ou você vai devorar tudo oque mais ama inclusive aquela putinha que você chama de irmã. Dito isto ele riu incessantemente. Era uma noite de lua cheia, os gélidos ventos boreais sopravam em suas costas, neve caia do céu, mas o coração de Russel estava mais quente que o fogo, seus olhos se tornaram duas esferas negras com o ódio, ele largou suas malas, a fúria o consumia, mas ele não se mexia, ele sempre tivera medo da Lua Cheia, pois nela sempre ficava irritado, não conseguia controlar sua força e conforme mais se irritava mais sua mente se afastava dele, mas dessa vez ele abraçou a ira como um solado que volta depois de anos da guerra abraça sua amante, pela primeira vez ele entenderia porque ele tinha medo e quão poderoso na verdade era sua visão começou a borrar, não sua vista, mas sua consciência, ele estava se tornando uma fera, a ultima coisa que se lembra desse dia é uivar para a Lua Cheia com grande prazer e investir enfurecido para matar seu avô. Ele acordou no átrio do Santuário em uma poça do próprio sangue, seu corpo inteiro doía e ele logo percebeu que tinha quebrado vários ossos, por toda parte havia marcas de combate e muitas marcas de garras, ele sentiu um chute nas costelas que o fez virar gritando de dor e então a viu seu vô e ouviu-o dizer com o ouvido zunindo pela dor de cabeça: - Acorda maricas seus primeiro dia de Inferno na Terra começa hoje, se você vai se tornar um cavaleiro sem morrer melhor se levantar dai se não eu mesmo te mato. O que mais surpreendeu o garoto foi o velho não ter nenhuma marca de feridas enquanto ele tinha apanhado mais que o Demolidor. A partir desse dia ele foi instruído de maneira brutal e quase sempre humilhante e ofensiva tanto em combate físico quanto em ensinamentos e teorias sobre o Cosmo e Guerra, entre outras coisas de menor importância e, além disso, seu vô o ensinou a importância de venerar os espíritos antigos e os deuses do Norte e de seguir suas nove virtudes, ele aprendeu a pedir a ajuda desses espíritos, principalmente de seus guerreiros einherjar, eles o fortaleciam além de todo o poder de um homem poderia alcançar e lutavam ao se lado, mas não sem se pagar o devido tributo mais tarde. Seu Vô também o ensinou a controlar suas emoções e sua raiva, o ensinou a como domar o lobo e lutar em sua pele, o ensinou a como resistir à luz da lua e como usa-la para se tornar mais forte ele também descobriu que seu vô era um lobisomem assim como ele e que ele havia servido a Athena, mas devido um oponente ferir muito gravemente seu corpo e alma teve que abandonar as lutas. Com a ajuda dos espíritos e o treinamento de se vô, Fënrir aos seus 17 foi capaz de dominar sua transformação, mas somente com a presença dos espíritos ele tem total controle sobre suas ações ainda, fato que o incomoda pois deseja dominar separadamente cada uma das técnicas.

Após a morte de seu marido Lílian sentiu aliviada e livre, mesmo nervosa agarrou-se nos braços de Ragnarök. ela acabou confessando que está apaixonada por ela também, desde a primeira vez que a viu. As duas se envolveram quimicamente e começaram a se beija. Com tempo fizeram um amor quente na cama de casal; Lílian não queria perder a Ragnarök agarrando-a nos braços dela sendo protegida por ela. Houve uma explosão lá fora, e monstros começaram a invadir a vila, os gritos das pessoas na cidade que estava pegando o fogo, eram horrendos gritos  repletos de dor e agonia, proporcionados por tanta matança. Ragnarök e a Lílian saíram correndo, e apareceu a mestra ao seu lado, ela sabia de onde vinha o cosmo tão maligno. Chegaram no centro da cidade, ficaram chocados que tanto sangue foi jorrado que pequenas valetas vermelhas surgiram no chão. Toda aquela destruição ordenada por Hades a deixou mais enfurecida. Batia nos inimigos sem dó, usava suas técnicas e conseguia derrotar alguns "espectros". As crianças choravam, apavoradas; mulheres foram violadas e mortas pelos subordinados do Imperador das Trevas. Ela conseguiu vingar as almas dos recém-mortos, quando viu algo que a apavorou por completo, um Kyoto de Wyvern (Juiz de Hades) conseguiu matar sua amante Lílian com um golpe traiçoeiro, dado à queima-roupa enquanto  estava ajudando as pessoas a fugirem. Lagertha  estava lutava com outro inimigo e não viu sobre o perigo sobre Lílian. Parecia algo bobo, mas ela o xingou de todas as palavras de baixo calão que conhecia, enquanto sentia o homem pressioná-la de encontro ao chão sem nem mesmo tocar nela. Quase cedeu totalmente, tamanha era a exaustão que aquela habilidade infligia. Mas seu cosmo, despertava de forma mais ampla em momentos de fúria e desespero, uma vez mais estava ali para ajudá-la, empurrando o Juiz e protegendo-a. O momento do despertar completo da cosmo-energia finalmente chegara. Uma luz branco-azulada envolveu-a e contornou-a. Uma parte dele subiu, mostrando a reaparição e o renascimento do lendário Pégaso. Na ilha o ancião sentiu há uma luz no céu que as estrelas começaram a caírem, na direção onde a Ragnarök estava, e olhou para o céu, demonstrou uma típica expressão séria: - Ragnarök... Não... é o Pégaso que acabou... – foi interrompido pela filha, e ela segurou a mão do ancião e terminava a frase: - ... Renascer, que a Guerra Santa começou. A profecia estava certa, certo papai? – Ele balançou a cabeça de sim e a aldeia olharam para o céu que havia estrelas se explodiram de brilho por causa o cosmo. Ragnarök ouviu um grito sair de sua garganta, formando palavras fortes e amedrontadoras, que proferiam um nome imponente, usado como título de seu agora primeiro golpe completo: “Plasma de Cometa”. Aquela explosão de energia, velocidade, fúria, e tristeza atingiu o Kyoto, fazendo ele virar pó, na verdade Hades tinha o convocado de volta ao Inferno para assuntos resolver assuntos importantes.

A guerreira não conseguiu ficar em pé; caiu de joelhos, com o corpo dolorido e machucado. Acabou desmaiando e, na inconsciência, ouviu uma voz feminina, cândida e absolutamente pura ecoou em sua cabeça. A figura mitológica da deusa Athena repetia vagamente: “Pégaso...Pégaso...você é a Amazona de Pégaso. O verdadeiro poder ainda reside dentro de você”. A deusa contou que o ancião sabia que ela era especial quando viu a praia, quando ainda era uma garotinha ferida e assustada. Ele viu o que cosmo dela era o sintonizado com o próprio Pégaso, e que ela nascera para uma missão importante, mesmo motivo por que o ancião deu o nome especial que deveria estar escrito na profecia. Ele deu-lhe um nome por causa a profecia e é ligada, mas não era somente isso; o poder estava intimamente ligado àquilo. Não era apenas “O Destino”, mas sim “O Destino dos Deuses de Pégaso”. Ragnarök deveria tornar-se àquela pessoa predestinada, com uma clara Missão nesta Terra: lutar para salvar o mundo e combater o mal que quer dominá-lo. A jovem era a reencarnação de Pégaso, que existiu nos tempos da Grécia Mitológica, cerca de três ou quatro mil atrás. O Pégaso era o guardião mais leal à vossa Deusa Athena, morreu protegendo-a. As lembranças sobre seus antepassados agitaram sua mente, e logo acordou. O primeiro rosto que enxergou foi o de seu irmão gêmeo, Fënrir que havia recebido uma mensagem de WInged para ir para o Santuário e lá ele foi levado por ele a vila onde sua irmã treinava por causa da presença do mal nela, e o seu mestre Winged de Libra que havia chegado tarde demais, carregava a urna de Pégaso nas usas costas, estava brilhando e chamando-a. Viu que a sua amante Lílian jazia ali perto, sem mais um fio sequer de vida. A armadura de Pégaso agora pertencia a ela, e isso não poderia ser negado, tamanha a sincronia entre a força dela e a da vestimenta e o cosmo da garota. Lagertha, Winged e o ancião prometeram à Athena que protegeria aquela vestimenta, até que Nadezhda – agora Ragnarök – pudesse usá-la de forma plena. Ela finalmente entendera o porquê de ter renascido: lutar ao lado da Deusa, em nome dos guerreiros da Justiça que já se foram. Agora nova amazona, então, enterrou a sua amante Lílian, chorava tanto no enterro que nunca mais esquecerá. Despediu-se de Lagertha, que prometeu reencontrá-la no Santuário, após uma missão que devia cumprir. Junto com o seu irmão gêmeo Fënrir e o seu mestre Winged de Libra partiram no dia seguinte, levando a sua urna para o Santuario para encontrar a Deusa Athena, e juntar-se à Guerra Santa que, uma vez mais, começaria. Com um triste, porém terno sorriso, a garota começou sua viagem. Enquanto o Winged olhou para a Ragnarök e sorriu-a, com a expressão sério: - A partir agora, serei o seu mestre até o ultimo suspiro... Confio a ti em Athena de sob proteção. Você é o braço direito dela, agora. Fënrir ficou irritado com a cena que tinha visto naquela vila, mas não chocado, por um momento ele se sentiu inferior a sua irmã por ela ter um destino tão grande, mas então prometeu a si mesmo, se ela poderia fazer sucesso porque as Estrelas prometeram a ela, ele conquistaria o lugar dele no topo com as próprias forças, não importa oque tivesse que fazer. Ao chegar no Santuário estava ocorrendo duas competições por armadura, a de Lobo e a de Coroa Boreal, ele pensou em competir pela escolha mais logica, Lobo, mas simplesmente chegar perto daquela armadura fazia ele ficar irritado, quase como a luz da lua então disse a seu novo mestre Winged que competiria pela Armadura de Coroa Boreal, algo que o surpreendeu. Russel lutou contra varios oponentes, mas nenhum era tão forte quanto ele e facilmente conquistou a Armadura de Coroa Boreal, algo que ficou grato, não queria que ninguém além de Winged, o ancião e seu avô soubessem de sua condição.
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Re: Ragnarök de Pégaso.

Mensagem por Oskar em Dom Abr 19, 2015 12:12 am

Psicológico e Aparência: Curtos, porém bem descritos. Aprovados.
História: Muito boa história e quase sem erros. Aprovada.

Ficha aprovada. Parabéns. Bem-vinda ao reino de Athena.
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