[FP] Asakura de Atavaka

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[FP] Asakura de Atavaka

Mensagem por Asakura de Atavaka em Seg Mar 30, 2015 7:27 pm


Personagem

Nome: Asakura , Tensei
Idade: 19 - quando "vivo" -
Sexo: Masculino
Signo: Virgem
Veste: Surplice de Atavaka Estrela Terrestre da Liderança



Aparência:
Um homem de aparência andrógena, ou seja, pode ser confundido com uma garota. Seus cabelos são loiros muito claros quase brancos, ele os usa despenteados deixando a aparência meio desleixada, na parte da frente do cabelo usa uma presilha na forma do numero 8, em algorítimos romanos. Seus olhos são azuis claros, tão claros que de acordo com a iluminação podem até ser visto como brancos e estes estão sempre serenos. Seu corpo é magro não tendo músculos muito aparentes, sua estatura é de Um metro e oitenta e quatro centímetros [1,84] e tem Setenta e um quilos [71kg] que são distribuídos muito bem por todo o corpo. Uma característica muito chamativa em seu corpo são as diversas suturas que tem começam em seu braço direito e sobem por seu pescoço até seu lábio inferior direito, estas são feitas com linhas vermelhas deixando-as ainda mais chamativas. Quando não esta com sua Sapuri usa roupas "normais", sendo uma calça negra larga que para continuar no corpo é segurada por suspensórios azuis a calça vai até a altura de suas canelas , usa uma blusa social branca com botões coloridos que é muito larga então acaba ficando amarrotada por dentro da calça deixando ainda mais desleixada sua aparência, em seus pés usa chinelos vermelhos. Sua Sapuri lhe cabe perfeitamente cobrindo o corpo todo a não ser a face e os pés que ficam descalços, porem, são raros os momentos em que Asakura esta sem a Sapuri.



Psicológico:
Tem dupla personalidade, ou seja possui um distúrbio de personalidades sendo que possui duas completamente opostas, não muda constantemente apenas quando em combates mais sérios. A primeira personalidade é chamada de Asakura e é aquela que normalmente se mantem no controle, só desaparecendo no caso de encontrar alguém muito forte, ou quando Tensei [A segunda personalidade] acaba em raras ocasiões suprimindo a vontade de Asakura. Desde seu nascimento nunca teve ninguém que lhe mostra-se o "certo" ou "errado" em questões morais por isso não tem esse discernimento, então acaba  por fazer apenas aquilo que lhe é agradável no momento não levando em consideração oque suas ações podem causar de mal aos outros. Tem um desejo carnal muito forte, chegando a ser cego quando se trata de pessoas do sexo oposto, isso talvez seja sua maior fraqueza. Não teme demonstrar suas emoções muito pelo contrario sempre faz isso de modo estérico, quando esta feliz grita e ri alto, quando esta irritado surta e quebra tudo que fica em seu campo de visão e quando esta triste se isola não gostando de falar com ninguém. E apesar disso tudo é extremamente inteligente possuindo um intelecto que fora trabalhado desde seus 5 anos de idade. A Segunda personalidade é chamada de Tensei e é oposta a primeira, um ser que se alto declama Iluminado e próximo dos Deuses. Normalmente se mantem quieto, meditando ou pensando em sua vida, pensando em maneiras de alcançar um patamar ainda mais próximo a Deus, claro que também não é perfeito apesar de se considerar ou seja possui vários defeitos, o primeiro é a frieza de não ligar de manipular as pessoas em busca de seus próprios interesses e alias é muito bom em fazer isso, conseguindo até simular falsas emoções para convencer as outras pessoas. O único ponto que tem em comum com Asakura talvez seja o fato de ser extremamente frio e sem compaixão para com a vida dos outros, mas diferente de Asakura não mata apenas por diversão, sendo que prefere apenas fazer isso para conseguir coisas que quer, ou seja para seu interesse própio. Não gosta de demonstrar suas emoções e raramente faz, limitando-se a poucos segundos de euforia quando isso acontece. Talvez oque mais difere uma personalidade da outra é o modo como usam sua inteligência, Asakura a usa apenas para diversão e para pensar em formas mais eficazes de matar, enquanto Tensei usa para bolar estrategias e maneiras de conseguir mais poder. EM relação a Hades, nenhum das personalidades gosta dele, porem ambas gostam do poder que ele lhe da, então faz tudo que é possível para agrada-lo pelo menos enquanto não tem poder suficiente para destrona-lo.


Habilidades e Particularidades:



História:
Uma criança que não sabe nem mesmo seu nome, uma criança que só viu a luz do dia uma unica vez em sua vida, uma criança que é torturada e estuprada quase todos os dias desde que se lembra e é assim que vamos dar inicio a historia de Asakura, um garoto que não conheceu seus pais biológicos que possivelmente são drogados ou miseráveis que aceitaram vender seu filho recém nascido a comerciantes de escravos. Tudo que me lembro sobre minha infancia começa quando eu tinha 4 anos, eu vivia em uma sala escura e uma corrente gelada me prendia a cama que por sua vez era feita de metal, sendo impossível para mim se quer move-la e eu nunca nem mesmo pensei na possibilidade de fugir afinal só conhecia aquele mundo. As unicas pessoas com quem me lembro de conversar eram a momy, um senhora gorda e velha que me chamava de menino sujo e que toda noite me violentava usando apetrechos de metal, apesar disso momy também era aquela que me alimentava e as vezes depois de me violentar me dava um beijo no rosto como sinal de boa noite, ela foi e ainda é a pessoa que considero minha mãe. Também tinha contato com Zoku, outro menino que a momy deixava preso em uma sala ao lado da minha e as vezes uma ou duas vezes por mês eramos colocados juntos na mesma cela, Zoku tinha 8 anos e me ensinou varias coisas novas que eu nunca havia pensado e nem sequer imaginava em como fazer, me ensinou a ler, apesar de um livro chamado A noite mais escura ser a unica coisa que tínhamos para treinar a leitura. Eu vivi assim, todos os dias até meus 7 anos de idade, já não sentia mais dor quando era violentado, então momy passou a enfiar agulhas em meu corpo mais aquilo não me fazia gritar ou chorar, era estranho mais quilo me deixava exitado e foi com isso que tive a primeira experiencia que realmente gostei em minha vida, passei a chamar as agulhas de Nakamas e a coleciona-las escondendo todas me baixo de meu colchão. Quando eu tinha 8 anos e Zoku 12 ele me disse algo que de inicio não aceitei muito bem, ele havia planejado matar momy para podermos fugir e para isso queria minha ajuda, mais como um garoto de 8 anos é facilmente convencido logo aceitei ajuda-lo. Uma noite enquanto momy enfiava as agulhas em mim, dessa vez ela as colocava em meus testículos ficando assim abaixada em relação a mim, eu já não usava algemas apenas a corrente na perna esquerda, então com a mão direita livre empurrei-a fazendo a mesma cambalear e cair sentada e antes mesmo dela me xingar ou de ter tempo de qualquer reação corri em sua direção e usei a corrente de minha perna para enrolar em seu pescoço a matando por falta de ar nos pulmões. Depois de pegar as chaves nos bolsos da momy me libertei da correte e então corri para a sala do lado, na esperança de libertar Zoku ... Cheguei tarde, a madame havia cortado seu escroto fora antes de me visitar e ele havia perdido muito sangue, eu estava sozinho.

A unica coisa que havia dado certo era minha fuga, mais tinha perdido aquilo que era mias importante para mim, a companhia das únicas pessoas com quais já conversei em toda minha vida. Eu estava sozinho, claro ainda tinhas minhas Nakamas, minhas agulhas então comecei a roubar comida para sobreviver e por sorte eu morava em um pais com taxas de homicídios e furtos bem altas, El Salvador, na verdade só sabia disso pois um mendigo com que dividi comida tinha me falado, ele também me disse que eu possivelmente não era daquele pais pois meu biotipo era diferente, talvez eu fosse um estrangeiro. Essa é a parte menos importante de minha vida, não irei citar muito sobre ela e também ela durou apenas 5 anos, pois quando completei 13 eu já tinha ganhado alguma "fama" entre os ladrões e pessoas do sub mundo, até que um diz 2 homens de terno vieram até mim, me lembro até hoje de seus rostos pois foram os homens que salvaram minha alma e me deram uma vida nova, um deles tinha um bigode grosso e espesso como uma taturana, face judiada pelo sol e olhos negros, já o outro era loiro e com o rosto coberto por tattuagens. Eles fizerem uma proposta quase irrecusável, ou talvez eu pensei assim devido a minha pouca idade na época, eu apenas teria de matar algumas pessoas por semana e em troca teria dinheiro, um lar e mulheres, quantas eu deseja-se, quem pode me julgar por ter aceitado? Para mim não estava fazendo nada de errado, não considerava e nem considero hoje matar alguém algo errado, nunca tive ninguém para me falar isso, então claro aceitei de imediato. A primeira coisa que me deram foram roupas novas, condizentes a minha patente como assassino oficial ou como eles me chamavam, Tensei, pois como eu não tinha um nome acharam que algo próximo a uma divindade seria legal ou apenas irônico, mais não acho que eles pensaram levaram minha idade muito em consideração na hora de pegar as roupas, acabei ganhando um terno extremamente largo e sapatos que mal ficavam em meus pés então fui obrigado a usar suspensórios para segurar as calças e as cortei para não arrastarem no chão, coloquei a camisa para dentro da mesma e consegui um par de chinelos vermelhos na rua e finalmente estava pronto para trabalhar. Trabalho que eu particularmente adorava, gostava de ver o choro e o desespero do lixo no momento em que se davam conta de que tudo havia terminado apesar de não entender o porque de considerarem a morte algo tão ruim, afinal por anos enquanto estava preso a morte foi uma das coisas que eu mais desejei. Eu gostava de matar homens mais tinha ainda mais prazer em matar mulheres, antes de mata-las as estuprava e depois lentamente introduzia minhas Nakamas -agulhas- em seus corpos, para alguém que não conhece-se minha vida diria que é uma pratica anormal e completamente desumana mais eu considerava algo normal pois foi assim que vivi desde meus 4 anos de idade. E apesar de gostar do trabalho, gostar do dinheiro e das mulheres que tinha sempre que desejava algo ainda me incomodava, eu sentia falta do "calor" que eu tinha quando momy enfiava as agulhas em mim, sentia falta do seu beijo em meu rosto nas noites frias e claro sentia falta de Zuko e no fundo eu sabia que só tinha entrado na organização para suprimir a falta deles e eu não tinha conseguido, talvez por isso comecei nessa época com 15 anos a ficar deprimido e a me alto mutilar, comecei a fazer suturas em meu corpo usando uma agulha especial que tinha guardado, agulha que momy havia enfiado em meus testículos antes de eu mata-la, também comprei dezenas de livros em homenagem a Zuko, alguns livros de literatura porem também comprei alguns de anatomia pois queria entender como o corpo humano funcionava e queria saber formais mais avançadas de tortura sem deixar rastros e matar ... Realmente foi a época mais triste de minha vida porem meu tormento psicológico estava perto do fim.

Uma semana antes de eu completar 17 anos a policia invadiu minha casa, não era só minha pois comigo moravam Hugo e Puloi os dois homens que tinham me recrutado para a organização alem de dezenas de mulheres que eram usadas para meu divertimento tanto para o ato sexual quanto para torturas, que nos últimos dois anos haviam se tornado bastante comuns. Os policias quebraram tudo e prenderam meus dois parceiros mais eu não tive o mesmo fim, por algum motivo a policia não acreditava que era eu o famoso Tensei e então resolveram me reintegrar na sociedade e me deram o nome de Asakura, desse dia em diante passei a morar em um monastério budista,e lá começa a parte mais curta e mais "normal" de minha vida.
No monastério um monge chamado Daiju foi encarregado de cuidar de mim, ele era moreno e alto possuindo mais de Um metro de noventa de altura, também era magro e careca, coisas que me fizeram zombar muito dele no inicio de nossa relação pois eu o chamava de fosforo com pernas e coisas do tipo. Apesar de no começo eu não gostar dele ou nem mesmo entende-lo ele sempre foi bom comigo, me dizendo que não importa de onde viemos ou oque fizemos todos temos a chance de alcançar a iluminação, com isso ele me inicio nas praticas budistas, me ensinou a meditar e isso foi a coisa mais difícil que já tinha tentado em toda minha vida afinal eu odiava ficar calado, gostava de gritar e mostrar minhas emoções, porem Daiju me ensinou a suprimir as emoções dento de mim e a ser uma pessoa calma, foi assim que comecei a vê-lo como meu pai. Outro ponto importante de nossa relação era a aceitação que ele tinha sobre mim, pois diferente de todos os outros no monastério eu não tinha raspado a cabeça e ainda tinha minhas suturas no corpo e ele não me forcou em momento nenhum a tira-las, talvez por isso comecei a gostar dele, mas na minha vida todos os momentos breves que tive de felicidade acabaram em um piscar de olhos ... E esse não foi diferente.
Um dia enquanto fazíamos compras na cidade Daiju e eu fomos surpreendidos por ladrões, na verdade eram crianças de no máximo 14 anos e me lembravam eu mais novo, mesmo depois de entregarmos a comida que tínhamos conosco um dos ladrões -eram 3- esfiou uma faca no estomago de Daiju e saiu correndo. Antes eu não me importaria de ver alguém morrendo, afinal eu matava por dinheiro, mais a morte dele foi um momento que me marcou para sempre e foi a primeira vez que chorei na vida, me ajoelhando ao lado de seu corpo não consegui conter os gritos e lagrimas mais diferente dos outros eu não tinha receio em matar, em me vingar, então corri atrás das crianças e metei todas, sendo que a mais nova tinha mais ou menos uns 7 anos e foi ela que mais me deu prazer em matar, a degolei e costurei sua cabeça no peito do menino que havia matado Daiju, depois violentei o corpo morto dele. Depois desse dia nunca mais voltei ao monastério e voltei a ser um morador de rua, passei mais um ano miserável passando fome e roubando apenas quando estava em meu limite, e essa foi minha vida, no fim não tive nenhuma morte gloriosa ou honrada, apenas fui atropelado enquanto corria depois de roubar pães. Mas quem disse que o fim é a morte? Pelo menos não foi para mim, acabei despertando no inferno, ou pelo menos era o lugar que eu julgava ser, estava em uma fila que seguia lentamente em direção a uma cratera e então as pessoas se jogavam lá, achei aquilo ridículo afinal porque fariam aquilo? Não tinham vontade propiá para sair da fila? Ou estavam conformados com a morte? Na realidade eu nunca soube a resposta.

Eu fui o único que saiu da fila, então corri, corri o máximo que minhas penas aguentaram e enquanto corria percebi que não sentia mais frio ou calor, e estava correndo a horas, meu "corpo" de morto era incrivelmente formidável. Acabei por chegar perto de uma cachoeira vermelha, de inicio nem me passou pela cabeça que o vermelho era sangue mais depois de uma boa olhada não tive duvidas, conhecia sangue e aquela cachoeira me parecia muito linda pois no topo do morro onde ela começava tinha uma arvore, sim uma arvore no inferno e ela me fazia lembrar de mim, um ser vivo em meio a tanta morte, então resolvi fazer dali meu lar. Por anos eu passei ali meditando todos os dias em baixo da cachoeira e depois sorrateiramente explorando o inferno a dentro, o mais legal de meu corpo era a habilidade de não sentir fome e isso me deu mais tempo para passar meditando e pensando em tudo. Minha vida até ali tinha sido apenas de sofrimento e miséria, eu não me conformara de nunca ter conseguido usar as roupas de grife que eu via nas ruas e dos enormes colarem de ouro que alguns magnatas esbanjavam, eu queria ter aquilo para mim mesmo que fosse contra as crenças budistas. Foi nessa época que comecei a desenvolver duas personalidades, pois uma queria bens matérias e carnais, queria poder ter todo ouro e todas as mulheres que consegui-se e por outro lado a outra queria apenas poder e iluminação, queria poder se elevar ao nível de um Deus para controlar seu própio mundo. Foi também nessa época que vi a primeira "pessoa" no inferno, era um homem e usava uma armadura negra, me escondi na arvores para não ser notado mais era tarde de mais, o homem desapareceu e então reapareceu atrás de mim e ao que parecia tinha um chicote e estava pronto para me chicotear quando 2 homens apareceram na frente dele, estes usavam armaduras muito mais exuberantes e disseram ao ser de chicote -Pare, essa alma tem poder dentro de si ... Poderá nos servir nos anos que seguiram - . Depois de tais palavras o ser de chicote se ajoelhou e pediu desculpas ao homens depois desapareceu novamente, os dois homens então se viraram para mim e para surpresa eram gêmeos, um loiro e outro moreno, eu permanecia estático enquanto os dois pareciam me ler como um livro aberto, depois o homem moreno se aproximou de mim estendendo a mão direita -Venha pobre alma .. Se servir Hades-sama terá tudo aquilo que desejou, alem de poder inimaginável-. Bem vamos pensar, eu não tinha nada e ele me ofereceu tudo que eu desejava e poder inimaginável, bem não foi muito difícil aceitar, então no momento que toquei sua mão senti algo dentro de mim queimar e explodir, nesse momento uma armadura negra surgi da cachoeira de sangue e veio em minha direção, a armadura me fez lembrar Ashura, o Deus da fúria que um dia Daiju havia me falado, ele tinha muitos braços e possuía 3 faces e era dotado de um poder sem igual. A armadura se desmontou e se colocou sozinha em meu corpo então um dos irmão, o loiro disse -Agora você é o detentor de Atavaka a Estrela Terrestre da Liderança, terá seu castelo e tudo aquilo que desejar, mais deve jurar lealdade a Hades-Sama antes disso-. De verdade eu não me importava com Hades ou com que mais seja, eu apenas queria tudo que sempre sonhei e se precisa-se mentir para isso, que seja -Eu juro ! Quero em meu castelo 14 novas mulheres toda semana e muito ouro .... Sim sim, também quero um altar onde eu possa meditar-. E esse é o fim, ou melhor, o começo de minha historia.


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Re: [FP] Asakura de Atavaka

Mensagem por Kenshin Himura em Ter Mar 31, 2015 9:52 am

Avaliação

Aparência: Bem descrita. Está de bom tamanho se tratando de tal.


Psicológico: Achei que explicou bem sobre a personalidade(s) do mesmo. Não pecando desse contexto, a única coisa que fora visível foi alguns erros de pontuações empregados em ocasiões não necessárias. De resto, encontra-se aceitável.


História:


Gostei da forma como a descreve, tendo alguns fatores interessantes que eu particularmente adorei. Foi bem plausível não pecando em muita coisa, somente no que fora citado agora pouco quanto à pontuação, alguns erros ortográficos e acentuação.

Encontra-se muito boa, ou seja, ficha aceita. Mude seu nome e bem-vindo ao reino de Hades!

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