Prólogos Paralelos — Áster & Lorijn

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Prólogos Paralelos — Áster & Lorijn

Mensagem por ADM Daënna em Seg Mar 30, 2015 2:06 pm

Lorijn De Gêmeos
Ela estava sentada perto da janela, olhando o ouro velho das árvores amarelas oscilando pelo ar e as folhas vermelhas em sua dança longa ao longo daquela alameda. Tinha a cabeça apoiada na mão, e sua aparência geral era de extrema depressão. Ao fundo, os cabelos curtos num tom azulado bem claro, exprimia a feição de Hillary, a serva mais fiel ao deus Odin que protegia a terra de Asgard. Hillary de certa forma, portava uma espécime de jóia ou melhor, relíquia em um de seus dedos. Era um anel dourado que possuía uma pedra clara ao meio. Aquilo de certa forma seduzia a amazona e quão brilhante era, não poderia compreender profundamente o motivo do Grande Mestre, tê-la mandado para aquele fim de mundo. Suas pernas se moviam com o tédio de um modo de entreterimento, todavia não se fizera em nada. Por um instante, quando a morena no arquejo estranho acabou fintando os olhos da cortesã, percebeu que sua íris tinha uma coloração escura um tanto avermelhada o que não lhe parentava ser normal. Sagazmente, a garota rascíocinou e lançou-se de ímpeto da cadeira onde sentava para perto da governanta. A mesma deu um passo para trás e arqueou as duas sobrancelhas, porém  a geminiana acelerou seus passos ao impulsivamente, agarrar o seu pescoço e chumbar o corpo contra a parede esgueira. Os dedos da mesma perderam seu vigor, mas numa rebuscada evasiva tomaram o pertece. Com o puxão, o solavanco dado acrretou num desmaio momentaneo que a mesma tivera caindo sob o assolaho de rosto batido. Os olhos verde-azulados da santa resbucaram o local até depararem com a porta. Sua mão espalmou a madeira entreaberta e guardou o aro de ouro nos bolsos. Desesperada, aquela correu dentre os corredores e vasculhou tudo até a saída, a verdade e pura sorte era o clima de lá estar árido detonando aquele frio enlouquecedor. A amazona desceu pelas escadarias de jaspe e deu de cara com um ilustre homem :

- Você… - Suspirou desacreditada e com os passos imóveis. 






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Re: Prólogos Paralelos — Áster & Lorijn

Mensagem por ADM Áster de Câncer em Qua Abr 01, 2015 4:37 pm



Prólogo Paralelo - Áster e Lorijin 


     Hei Áster, qual desavença agora será que ocorreu? Esta hora, o mestre nos chamar? deve ter acontecido algo ruim de fato. Não o que está me acontecendo, passei a me preocupar bem o bem estar do santuário, onde vivemos. Me adaptei a vida daqui! E você? Claro não? não há como não gostar dessa calmaria. Porém, é tão bom ser chamado as vezes. Saímos da rotina compulsória de proteger esta morada. As vezes é um tanto quanto perigoso, mas nada compra o prazer da aventura. E de cometer homicídios. Sabe, as vezes sinto falta de viajar como errantes, sabe? como nos velhos tempos. Quando éramos apenas eu e você! Não se lembra? Ah como era demais. andamos toda a Europa procurando encrenca. Lembra daquela vez que os mafiosos nos penduraram pelas mãos e nos chicotearam? ... realmente foi muito engraçado! Nem conseguimos controlar nosso intestino! sujamos todo o sapato daqueles homens! Droga, de fato nem lembro-me como fomos sair dali. Lembro-me só que acordamos naquela plantação de joio e trigo. Bons tempos Áster! Bons tempos...

     O mais engraçado foi, uma bela mulher de cabelos negros, descer as escadarias e adentrar ao templo espiritual de Câncer, e me pegar conversando com Áster, deveras, observar a expressão de espanto que as pessoas fazem ao me ver conversando com Áster é absurdamente hilário. não consigo conter o riso! O mais engraçado, é que além de espantada ao ver-me conversando com alguém em minha mente. É quando começo a rir. As pessoas devem me achar um figuraça. Com a mesma expressão que a dourada apareceu, ela foi-se. Engraçado, fico me perguntando; Como uma mulher consegue aguentar tal pressão de ser um cavaleiro? Hein Áster? o que será que deveras ela teve de passar para chegar onde chegou? Por que decidiu largar tudo, de viver uma vida normal, para servir a uma deusa? Mas o que mais me intriga, é: Se mulher é um sexo frágil, o que esta estaria fazendo aqui junta de muitos homens? Será que ela realmente é mulher? ou simplesmente possuí gostos peliculares semelhantes ao de homens? em relação a sua opinião sexual... O que você acha Áster? Sim, concordo com você! deve calçar sapato numero quarenta, que nem agente. 

     Então, vamos? O mestre nos aguarda Áster. Caminhamos lentamente as casas zodiacais, degrau por degrau até chegar a sala do mestre. Passamos por Leão, virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes. Até subir as escadarias cheias de ramos de rosas vermelhas. Puxei uma de seus ramos e retirei seus espinhos! Estou maravilhado hoje Áster. Pedirei ao mestre que entregue á Atena. Áster, Pare de me chamar de Gay! estou sendo gentil. Você as vezes consegue ser mais ogro insensível do que eu. Parece aquela vez que encontramos aquela moça bonita. Que vestia uma vestido rodado azul de algodão puro. Que quanto tentei elogia-la você levantou sua veste até sua parte intima ficar descoberta. He he he ... você é um safadinho Áster. Lembra? como esquecer... fomos acusados de assédio e fomos linchados pela guarda feudal. Hilário!

     Então, foi conversando com Áster que segui todo o caminho. Adentrei na morada do mestre, caminhando por todo o tapete cumprido e avermelhado. Rodeado de pilastras que iam até o teto, ajoelhei-me. Finalmente aprendi a ter um pouco de respeito e educação. - Olá mestre! - cumprimentei. retirando o elmo dourado, e posicionando o mesmo em baixo de meu braço. - Bem, você viu Lorijin, a mulher-cavaleiro que passara por sua casa zodiacal? - Perguntou o mestre. Diretamente sabendo a resposta que darei a ele. - Sim, claro. A mesma passou por min faz uns vinte minutos senhor. - Respondi. Da forma que o mestre queria. - Eu gostaria que você a acompanhasse nesta missão que a enviei. Não para espiona-la. Mas sim, para certificar que ela não sofrerá nenhuma emboscada. - Esclareceu todo o plano o mestre. - Mas mestre? para qual tipo de lugar a enviou? - Perguntei-me estrigado em vós alta. Porém, diretamente foi um meio de expressar-me ao senhor também, em pergunta informal. - A enviei para Asgard, no Palácio de Valhalla, onde é o templo de Odin. Há um anel chamado: Anel de nibelungo que contém grande poder. Este anel deve ser capturado e destruído. E jamais deve ser colocado á dedo. - Pausou - Devemos tomar todas as medidas de prevenção contra os inimigos. Estamos em baixa nos nossos exércitos, e nossos inimigos podem aproveitar esta ocasião. Seremos mais rápidos que eles. Agora vá! Pegue um cavalo no estábulo. - Levantei-me e caminhei contra a saída. Tá vendo Áster, nem deu tempo de dar a florzinha á Atena. Esmaguei logo em seguida, e a taquei no chão. Descemos todos os degraus, de todo o santuário, passando de casa em casa, de umbral a umbral. Até chegar ao estábulo. Puxamos o primeiro que vimos na frente. Selamos este, e partimos rumo ás terras congeladas de Ásgard;


     Após alguns dias de caminhada. Áster e eu chegamos até um monte congelado. Observamos a alguns quilômetros dali, um enorme palácio. É Áster, aquele deve ser o castelo Valhalla... Observamos aproximando, dois soldados, no qual serviam ao Deus nórdico, Odin. desviamos para trás de uma rocha congelada. Tentamos não ser vistos, mas furtividade não é meu ponto forte. Ao notar que não tinha como esconder-me, investi contra os soldados desferindo um golpe ao meio dos dois; Nosso cosmo tomou uma cor azulada ciano, enquanto movia meu braço direito reto provendo um soco. Com sucesso, passei no meio de ambos, que foram envolvidos por centenas de filetes de cosmo. Que rapidamente os nocauteavam no chão. Corremos rapidamente cotra um córrego coberto de neve. Nele, desviamos a baixo de uma ponte e escondi-me de três soldados que encontravam os corpos de seus companheiros estirados no chão. Os inimigos dão sinal de invasores, enquanto as outras tropas saiam dos quartéis para vasculhar. Observando ao longe, eram dezenas, não, centenas de soldados com sangue frio para cometer barbaridades com quem cruzar seu caminho. Fitando todo o local, conseguimos encontrar um caminho. Não, melhor... um atalho para chegar ao castelo. E Lorijin, será que foi capturada? Será que já concluiu sua missão? Como será que adentrou no castelo? Perguntei-me em minha mente. Enquanto cruzava um túnel. Deveras, este túnel devia ser esgoto do castelo. Onde fedia demais, mas nem por isso fraquejamos. Corremos rapidamente pelo túnel passando por animais mortos, e vermes deliciando-se em cadáveres. Aquilo não era só um esgoto de incremento e outras toxinas, eram também sepultura de cadáveres! Áster e eu encontramos o fim, justo quando outro corpo foi arremessado dentro do buraco. Sem mais delongas, saltei para fora do buraco que acabara, e alguns homens notaram minha presença. Antes mesmo de terem reação de ataque, no ar, carreguei-me uma rajada cósmica em uma das mãos e a desferi no meio de todos. A rajada cósmica formou uma pequena explosão, os lançando para longe. A explosão não fez quase nenhum ruído. Apenas o berro de dor dos homens. Assim que toquei o solo, todos ja estavam inconscientes. E logo encostei minhas costas por trás de uma barril para esconder-me de inimigos posteriores, ocultando meu cosmo. Poucos metros dali, consegui ver mais nitidamente o palácio. Estava praça, onde soldados passavam para cá e para lá. Saltamos por cima de uma estátua e pegamos impulso para outra. E desta ultima, saltamos fortemente pelo céu. Sumindo na névoa, desta forma, não fomos percebidos pelos soldados. Instantes após, caímos próximos a entrada do palácio. Contornei toda a entrada com os olhos e percebemos que por ali não entraríamos sem um combate. Iriamos ser cercados e fortemente surpreendidos por toda a força nórdica. circulamos todo o castelo, e escalamos a parte exterior de uma janela. O frio era intenso, e para aguentar a hipotermia do ar, tivemos que elevar nosso cosmo dourado. Saltamos para dentro do castelo, e sem perceber vimos um homem sentado de costas para a janela, em uma poltrona. Este homem trajava uma armadura azulada e possuía lisos cabelos brancos. Por de trás dele, saí pela porta sem ser notado pelo mesmo. Caminhei pelo corredor e observei uma longa escadaria. De fato, não havia sido notado ainda por ninguém. Subi toda a escadaria do palácio e encontrei uma porta. Abri a maçaneta dela e dei de cara com uma horda de soldados alimentando-se. Droga Áster, e agora?

     - PEGA ELE!! - Ecoou por todo o recinto, e então tive de partir para cima. Corri em direção aos mesmos elevando meu cosmo dourado. Senti-me cercado por todos e logo toda a minha aura cósmica converteu-se a azul ciano. Desferi um soco no chão, e o estrondo do meu cosmo expandiu-se formando uma forte onda de choque, os arremessando na parede em uma grandiosa pressão e velocidade. Enquanto menos percebi, todos já estavam desmaiados no chão, e outros já mortos. O atrito do choque cósmico gerou no absurdo contato com seus órgãos internos. Isso que acontece quando a armadura não está presente. Peguei-lhe um pedaço coxa de frango que ali esta. E mordisquei sua carne. Eca, essa merda está crua! Droga! Esses nódicos deveras são uns bárbaros. Não devem ter nenhuma classe para comer! Vamos lá Áster, não temos tempo a perder. Corremos contra o corredor Vazio e observamos uma porta com umbrais de ouro. Caminhei próximos dela e antes de tocarmos á maçaneta, uma ilustre presença sentimos. Hei Áster, é ela. Lorijin, a mulher cavaleiro de Gêmeos. Ou homem; Ou mulher querendo ser homem; Ou homem querendo ser mulher, sei lá. Ao me ver, notei grande surpresa ao me ver. - Você... - indagou a mulher saindo pela porta e a fechando lentamente para não causar ruído. - Lorijin, as duas faces da moeda, Vim lhe tirar daqui! - Sorrimos com nosso olhar cafajeste. Ao tocar da porta no trinco, os soldados nórdicos cercam todo o local. Há cerca de centenas deles com suas armas brancas em mãos. Dentre eles, um homem trajando uma armadura avermelhada se aproxima lentamente. Em sua mão esquerda, apoiava uma espécie de Lira, e com a mão esquerda toca suavemente um réquiem. Uma melodia agradável, pena que estará no momento errado.  




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Re: Prólogos Paralelos — Áster & Lorijn

Mensagem por ADM Daënna em Qua Abr 01, 2015 7:15 pm

Lorijn De Gêmeos

A tão rebuscada saída lhe vinha de fronte, mas a sombra alta de um homem interrompeu seus passos. Lorijn avistou um rosto alegre e bem humorado por sinal, mas não passava nada mais e nada menos de Áster, o cavaleiro de Câncer. Lorijn sorriu, mas não deixou a face desbocada e nem a seriedade de lado. Irrompeu ao seu fundo, o som dos passos lancinantes dos guerreiros deuses que zelavam a terra gélida. O olhar safado e cafajeste da amazona cortou com os olhos azulados do guerreiro canceriano que permeou sua velha piada no meio do conto. Lori, viu se aproximar furtivo e armado. Os olhos dela se deixaram meio aguçados, mas tratava-se da lira : Uma poderosa arma traga desde os tempos mitológicos, tinha o dom de ensurdecer ou então fazer os oponentes ficarem crédulos na forte melancolia que a música emitida. Ciente disso, ela virou para o canceriano e berrou :


—  O SOM!! - Com a emissão de tal brando, a mesma caiu um salto para trás e deixou a mão livre correr pelo espaço rasgando o ar. Os punhos se cerraram e uniram-se até o centro do abdômen da jovem. A morena por alguns segundos, elevou a matéria cósmica e mexeu seus dedos freneticamente até serem possuídos por completo por uma luz cintilante. Em seguida, a garota enrubesceu sentindo um calor profundo tomando conta de seus seios que se expandia pelo rosto, deixou-se ir pelo maneio de sua própria luz como as estrelas e separou os palmos cautelosamente tomando um bom ritual. Em seguida, deixou a ampla luminosidade se esvair até erguer acima de sua cabeça o tal projétil :


— ANÃ BRANCA!! - Proferiu numa voz grossa e alta. Tal áurea, arrasou os olhares e fez a mesma se vangloriar por alguns segundos. Desceu ambos palmos fixos e luminosos em direção da lira e despejou uma rajada quente. O calor tocou os cordões que fez o rapaz largar um tanto atordoado. Os olhos dela se arregalaram numa atração relevante e andejou lentamente até elevar a mão para frente do rosto. A cosmocidade cresceu e começou a formar-se no aspiral do aglomerado astronômico : Ele ficou suspendo no ar e começou a puxar algumas poeiras pequenas que ficavam compactadas ao ar. Lori então, conseguiu dar uma boa suposição de sua ligação estelar abrindo o aglomerado de Virgem. Despejou uma quantidade da anã branca e fechou o portal. Dez minutos assomaram-se e o seu silêncio era tão gozador que não ficou por mais um tempo : Do outro lado, o portal se abriu como um arrojo e de supetão derrubou contra o chão, benetnasch. Seu dedo jogou um fio de cabelo que caiu falho em seu olho e se virou sorrindo :


— HORA DA FESTA! - Assim ela correu para trás e como não postava sua armadura, ficou atenta a qualquer soco imprevisto.


•••



Esquivando enquanto via o patenteado tomando a frente, a holandesa rasgou a parte de baixo de sua regata e amarrou tapando seus olhos. Desta forma, poderia ter mais clareza no combate e também poderia sentir com um dos sentidos aguçados, a mobilidade de seus adversários.








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Re: Prólogos Paralelos — Áster & Lorijn

Mensagem por ADM Áster de Câncer em Sab Abr 04, 2015 4:55 pm



Destruição do palácio


     É Áster, parece que fomos cercados. Danem-se, enquanto a Mulher cavaleiro luta contra esse vermelhinho. Nós me divirto com as outras dezenas. Observamos a mesma causando já causando estragos, aparentemente mostrando a razão por qual veio, mostrando a força de um cavaleiro de ouro. Por outro lado, corremos em direção ao mesmos com alta velocidade, desferi um soco potente bem na direção diagonal do queixo de um nórdico. Este sem reações voava contra outro pequeno rebanho de dois outros soldados rasos, imprensando estes na parede. No mesmo lugar, movendo o dedo indicador para o ar, um arco cósmico nos envolvia, rodopiando velozmente filetes de cosmo que acertavam os adversários em grande escala, e de todos os lados. Em um raio mortal de seis metros de mim. Todos os adversários naquele raio foram lançados para o ar, já sem vida. Com tal ação, muitos nórdicos intimidaram-se e recuaram. Outros mais encorajados, subiam os degraus com suas armas. Elevando meu cosmo dourado, levantei novamente meu indicador direito ao ar. A tonalidade do cosmo dourado se concerte a um roxo intenso. Bem intenso mesmo, capaz de me envolver por completo. Este cosmo se expande assustadoramente deixando o ar pesado e fantasmagórico. Sem controlar tamanha força de meu cosmo, confesso que eu mesmo tremi, ao sentir toda a minha cosmo energia ativa em campo. Planei ao ar, envolvido por uma arco cósmico, que emanava grande intensidade. As auras do meu cosmo, emanavam também dourado, fazendo um jogo de luzes em forma de feixes. De repente, toda esta cosmo energia era sugada pelo dedo indicador, reduzindo toda aquela presença monstruosa. Quando de repente, novamente ela se expandia em uma onda de choque colossal, destruindo todo o cenário do palácio. As escadas de bronze eram desmiuçadas, Pilastras caiam, e as paredes tão resistentes quanto montanhas eram rachadas. - Ondas do Inferno!! - A voz imponente era dita. Disse em vós alta o nome de minha técnica mais comum. As ondas do inferno, são famosas por retirar a alma do adversário e separa-la do corpo. Tais ondas de choque desferem uma grande carga elétrica na entidade ectoplasmática e um vórtex suga tais almas para a colina Hirasaka. Com meu cosmo, fui capaz de manter a alma dos múltiplos adversários a campo de batalha. Impossibilitados de voltar a suas carcaças, Avancei sobre eles em alta velocidade, sugando para meus punhos. Eram grandes o numero de almas presentes, então, dezenas delas foram incluídas do próximo golpe que usaria, a Sepultura das almas. Um soco foi desferido. E dele, uma grande explosão, Droga! Não imaginaria que seria tão forte, Toda aquela explosão, apenas resultou na devastação do palácio. O que já estava rachado, estourou na hora. Já estávamos no ultimo andar, Então, os escombros não nos afetaram Tanto. - Que fim será que deu em Lorijin? Droga, espero não ter exagerado e a matado! - E agora? como explicaríamos para o Mestre, Áster? Espero que ela não tenha sido esmagada!          



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Re: Prólogos Paralelos — Áster & Lorijn

Mensagem por ADM Daënna em Dom Abr 05, 2015 8:38 pm

Lorijn De Gêmeos

Severamente, aquilo parecia ser difícil e mesmo com a ajuda de Áster, tudo parecia ter complicar ainda mais. A amazona se posicionava isolada embora os inimigos ainda persistiam a atacá-la permanecia só. Seu punho entrava em punho frenesi e tinha o dom entorpecedor dos nervos deixando-a ainda calma. Seu rosto virou e um vento sibilou ao entorno da dupla fortalecendo o elo :

- Temos que dar um jeito de abrir ala... Eles não irão parar. - Proferiu. Lorijn espalmou as duas mãos e girou-a contra o ar como uma espécime de portal dourado que se tomou a forma de um aglomerado. Começou a sobrepujar  o ar que era sugado furtivamente pela forma estelar. Viu Áster ir para trás e tomou a força da cosmo energia para emergir numa abertura negra. Seus passos estavam lentos porém a ocasião era boa para teste, todavia Lorijn percebeu que aquela atmosfera começou a se modificar então decepou a própria forma e esquentou um dos punhos que cerraram-se. A íris transfigurou a cor e ferveu-lhe o sangue na cabeça. O temperamento explosivo da santa não era vangloriável, mas ajudava em combate. A demora a fazia ficar fora das bases e ter um ar exalante mais quente. Seus cabelos assomaram uma distância bem longe da carne do pescoço. O envolucro da última fase da estrela se refez e ela disparou contra os inimigos. 

Técnica:

• Nome: Anã Branca 
Tipo: Ofensivo 
Descrição: A anã branca, é conhecida pelo último estágio da morte de uma estrela. Uma relatividade bem descrita da astronomia por ser pequena e bem quente. Lorijn, consegue processar o mesmo retrocesso através do seu próprio cosmo. Sendo ele a matéria prima de uma cavaleiro/amazona, Lorijn se lucra desta matéria a elevando ao melhor ponto que lhe cabe acessível. Da melhor forma se explicando, a amazona eleva seu cosmo e ergue seus braços formando um “V” contando com o formato que se passa. Em seguida, a fonte da energia ao seja o cosmo, se reúne bem ao centro da abertura formando uma espécime de aglomerado. Na formação, o cosmo toma uma tonalidade esbranquiçada que se mutila numa única forma tomada no formato redondo. A mesma o desce sentindo o calor que se é concentrado e deixa-o na altura do peito. Suas mãos são estiradas para frente de seu corpo e o mesmo movimento das pernas é provocado, como elas sempre afastadas cerca de 10 cm uma da outra. Como as mãos ficam como um suporte para o globo, Lorijn o despeja sob o inimigo. A tal esfera ao ser solta, pode ter um efeito curvilíneo ao seja, ela surfa o ar em direção de seu inimigo sem perder cor ou a estabilidade de seu calor. Ao tomar contato com o inimigo, ela pode causar de leves queimaduras (1° escala) à altas (2°’s e 3°’s escalas).

Habilidade usada:

• Nome : Controle da Dimensionalidade Cósmica 
Descrição : A dimensionalidade é a manipulação das diferentes formas de dimensões existentes na vida terrestre e na vida espacial. Ela se qualifica na racionalidade e nas variações dentre estas : A possibilidade de Lorijn poder criar e abrir espaços ou fendas, para transportar o inimigo a regiões desconhecidas. O vórtex usado como paradigma para transportar tal oponente é casualmente usado pela presença do cosmo da amazona que faz contato com as forças superiores do universo (que de tal de interligam) e acabam se materializando em formas sólidas estáveis à formas planas. As dimensões impermeiam em diversas funções sejam elas na forma do transporte como citado acima como apenas elevar o grau de algo ou alguém. Para a geminiana esta habilidade é flácida a se criar em mínimos portais que se abrem ao seu desejo corriqueiro. Podem sugar a energia cósmica de um inimigo como o buraco negro e daí, moldar-se em diversos fragmentos como : Aglomerados, raios, radiações, campos magnéticos e sobrepujar o uso de tais formas para a criação de atmosferas.





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