Prólogos Paralelos - Solo - General Marina Roux

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Prólogos Paralelos - Solo - General Marina Roux

Mensagem por Roux de Sirene em Dom Mar 29, 2015 3:21 pm

Capitulo 1: Os 7 Generais Marinas.
Episódio 1: Roux de Sirene.

Legendas: Falas de Roux, Falas de Outros, Técnicas de Roux, Falas de Poseidon, Acontecimentos.

Ano 2364 - A humanidade anda em uma terrível crise, entrando em um estado de regresso tecnológico e mental onde houve uma severa diminuição da população mundial, causada por doenças e pragas. Enquanto as pragas continuam seu progresso rumo à evolução e extinção completa da vida, os seres humanos deixaram de progredir, assim fazendo a medicina não conseguir mais acompanhar a mutação genética das bactérias. Os recursos ficavam mais valiosos, causando guerras civis e disputas territoriais no povo que habita sobre a terra, conhecida também como Sekai. O mundo era um lugar perigoso para se viver agora, e as terras as quais os lendários Cavaleiros de Atena foram encarregados de proteger, cada vez mais pinta seu caminho em sangue inocente.

Enquanto isso, no Kaikai (nome dado à hidrosfera do planeta), a situação anda consideravelmente melhor. De acordo com a rede de informações, Atena ainda não reencarnou na terra, enquanto no Templo de Poseidon há um receptáculo regente que responde por Tales de Miletto. Como o Reino Submarino possui uma população bem menor do quê a dos terrestres, construindo uma civilização ao redor do templo da divindade e o poder divino que exala conferiu uma energia vital melhor aos residentes, os protegendo das doenças e pragas que decaíram sobre a humanidade. Com os problemas salubres da superfície, muitos trocaram de lado e se juntaram às fileiras marinas, criando a necessidade de se estabelecer uma comunidade para o exército local manter uma existência. Assim, ao redor do Templo de Poseidon, dos pilares e o caminho que os liga, acabou sendo construída Atlântea, uma cidadela inspirada na antiga Atlântida onde os residentes são os soldados marinas e suas famílias.

Nos interiores de Atlântea, no distrito norte (as direções são localizadas tendo o Pilar Principal como centro), um jovem de cabelos castanhos emaranhados caminha calmamente pela areia do fundo do mar com algumas sacolas pressionadas contra o peito, provavelmente estava voltando do mercado visto que um pedaço de uma broa se esticava para fora do plástico. Sua batina branca estava meio surrada, com bordas douradas em seda.

Aquele tipo de vestimenta era normal para o povo Marina. Costumavam usar vestimentas leves, feitas em seda, lã, algodão e até mesmo linho, com as cores predominantemente brancas, azuis, douradas ou cinza a maior parte do tempo.

- Tenho que voltar logo pra casa, minha irmã deve estar com fome. E pensar que eu tenho que fazer a ração durar pelo restante do mês. Se eu tivesse um emprego melhor, ou pelo menos tivesse forças pra me alistar no exército.. - Ia dizendo pra si mesmo, quando notou que tinha uma garota de cabelos rosa sendo escoltada (talvez à força) por uma dupla de rapazes altos. Era bem pequena comparada à eles, e comia calmamente uma barra de chocolate branco enquanto os dois estavam com os braços enrolados em seus ombros, a puxando. Eles eram soldados marinas, no minimo, pois um usava uma escama no peitoral e nos braços, e o outro tinha uma tatuagem do tridente de Poseidon no pescoço.

- Tem mais chocolate se você quiser! - Diz um deles para a menina, a carregando para um beco com o outro. O rapaz de cabelos castanhos engole a seco, levando seu olhar às pessoas ao redor. Homens, mulheres, velhos, até outros soldados transitavam, viam o quê estava acontecendo e mesmo assim nada faziam. Aqueles homens eram parte do exército de Poseidon, o poderio militar absoluto da nação submarina, e ao mesmo tempo que deveriam ser os estandartes da justiça, consigo traziam a pior das doenças da humanidade que nem mesmo a presença de um Deus conseguia repelir: A impureza.

Alguém esbarrou no rapaz e ele se desculpa, novamente levando seu olhar à menina de cabelos rosa. Agora ela e os dois soldados desapareciam no beco, e provavelmente algo muito ruim aconteceria com ela. Suas mãos se pressionaram contra as sacolas em seus braços. Pensou em sua irmã em casa, jovem de mais pra conseguir cuidar de si mesma. Quando seus pais desapareceram, teve que lutar pela sua sobrevivência e a de sua irmã caçula, e aquela não era uma tarefa na qual poderia falhar. Deveria ignorar o quê estava acontecendo e ir pra casa, tinha que pensar em sua família.

Mas não teria como dormir a noite se ignorasse coisas como essa. Não valia a pena.

- De que adianta sobreviver se temos que fazer vista grossa com isso? Eu.. - Pensava nos confins de sua mente o rapaz. Deixando cair as sacolas, correu até o outro lado da rua e adentrou no beco, fazendo uma curva à passos rápidos. Lá dentro, encontrou a menina encostada contra a parede, segurando a barra de chocolate restante com seus lábios finos, seus olhos olhando para as pessoas mais altas ao seu redor, os encarando inexpressivamente e com um ar de inocência. Um deles estava com a mão contra o puro, bloqueando a passagem para fora de forma que a jovem não conseguiria escapar se corresse. Os outros riam de forma maliciosa, pois aparentemente mais um havia surgido ou já estava aguardando naquele local anteriormente.

- Tira a roupa, anda. - O com a tatuagem rosna. A pequena de olhos vinho o ignora, levando a mão até o chocolate e tirando mais um pedaço. Com uma mão, ele a ergue pela gola do vestido rosa claro e a pressiona contra a parede com a mão.

- Certo então, eu tiro pra você! - Ele diz, e começa a rir. A menina leva aqueles olhões ao seu rosto, engolindo o chocolate.

- Sua mão.. É quente. E tá me tocando. - Fala a jovem de cabelos rosa. O garoto que observava a cena tomava coragem no fundo do coração para agir, e decidiu se aproximar com passos largos para tentar os intimidar. Um dos caras o olhou e ele congelou, rindo de forma desajeitada e tentando explicar sua presença por ali.

Ouviu um grito, e olhou para o quê estava acontecendo. Por algum motivo bizarro, o braço inteiro do cara tatuado havia sido arrancado de seu tórax, e um jato de sangue esguichava do local onde um dia esteve, sujando a parede com borrifadas do líquido vermelho. Notou que o braço estava nas mãos da menina, que sorria levemente enquanto abraçava o membro contra si, ignorando o chafariz de sangue que sujava seu vestido e seu chocolate.

- Quente.. Fique comigo, eu gostei de você. - À essa altura, já não sabia mais se ela estava falando com o homem, que gritava e esperneava enquanto tampava o cotoco que restou de seu membro esquerdo, ou o braço em si que estava nas mãos da menina. Assim como ele, os outros estavam chocados de mais para esboçar alguma reação. Mas quando esboçaram, o de escama marina se enfureceu e deu um soco na jovem. De alguma maneira ela inclinou a cabeça para o lado, desviando, e levantou sua perna com uma velocidade inacreditável. O salto do coturno negro atinge o queixo do marina, o fazendo cuspir sangue e ser atirado para cima. Vestia um short por baixo do vestido, do contrário teria sido possível ver suas roupas íntimas, pois seguiu o fluxo dos acontecimentos e rodopiou na ponta do pé restante, dando um chute com o bico da boca na boca do terceiro, o fazendo perder alguns dentes e o nocauteando.

- Socorro! A dor! Que bosta de menina é essa?! Porra, meu braço! - Gritava o único que ainda estava acordado, agora caído contra a parede e tentando estancar o sangramento.

O garoto permanecia estático com aquela cena. Tanto sangue, nunca havia visto aquilo antes. E então, notou que os olhos vinho da garota com o braço nas mãos estavam o fitando curiosamente. Em questão de segundos ela já estava na sua frente, e continuava se aproximando. Ele deu um passo para trás, achando que ela arrancaria seu braço também, mas tudo que aconteceu foi ela enrolar seu braço no dele e o puxar de volta para a rua, como se fosse sua acompanhante.

- E-Ei... - Tenta juntar palavras, mas ela coloca o dedo rente aos seus lábios.

- Shh. - Diz, simplesmente, o puxando pela rua. O garoto nota que ela estava o carregando até as compras que ele deixou cair na rua, pelo menos haviam tido a complacência de não mexer nos bens alheios. Observou-a pegar as sacolas com suas pequenas mãos, também enfiando algumas nos braços do rapaz para compartilharem o peso.

Da rua, ainda dava pra escutar o homem gritando e berrando do beco. Quanto sangue aquele cara tinha pra ainda estar consciente? Pessoas se juntavam ao redor, mas ninguém temia se aventurar naquele beco. Nem chegar perto da menina, coberta de sangue, também.

Voltou à si e reparou que ela continuava o fitando com o olhar vazio, parada. Parecia estar esperando por alguma coisa. Assumiu que ela queria o ajudar a carregar as compras até seu destino, por algum motivo.

- Ah! Eu moro na 27º rua. Tem certeza? Não é muito perto. - Ia falando, mas a criatura de cabelos rosados disparou na frente. Meio sem jeito, seguiu atrás em passos rápidos. Não conversaram pelo restante do caminho, pois quando tentava puxar assunto, era simplesmente ignorado ou fitado com aqueles olhos enormes de cor roxa ou vinho claro, parecia observar o fundo de sua alma.

Chegando em sua residência, uma estrutura apertada entre muitas outras emoldurada em gesso e argila branca, como a maioria da arquitetura de Atlântea tinha fortes influências do panteão grego antigo, mesclado em algo mais moderno. Com uma chave, abriu a porta e deixou a garota entrar na frente por educação, fechando a porta atrás de si.

- Irmão, você voltou! - Uma garotinha de cabelos castanhos que quase se arrastavam pelo chão, com uma camisola azul pula sobre o rapaz e o abraça, se atirando em seu pescoço.

- Lizandra, achei que estaria descansando. Você tem que repousar, está ficando anêmica, esqueceu? Deixe-me ver sua testa. - Ele diz, a colocando no chão e verificando a temperatura de seu corpo. No fundo, a garota desconhecida coloca as compras sobre a mesa de madeira e começa a as arrumar na cozinha, como se fosse de casa.

- Desculpa. Quem é a irmãzona? - A tal Lizandra perguntava à seu irmão. Como explicar o quê aconteceu naquele beco pra uma garota de 7 anos? 

- É uma amiga. Vá deitar, vou fazer comida pra você. - Diz, dando um beijo na cabeça dela e a empurrando para cama.

Estão os dois agora sentados sofre um sofá meio velho. A jovem está com uma caneca de café quente na mão, dando leves goles com o bico dos lábios devido à temperatura elevada. Ele coçava a nuca, tentando tirar palavras do bolso pra iniciar uma conversa. Uma em que houvesse respostas, pelo menos.

- Bem. Meu nome é Fahren, senhorita. E qual o seu nome? - Atira a pergunta, de forma direta. Ela o olhou de canto de olho e voltou a beber o café, olhando pra parede de forma aérea, como se nada preenchesse sua cabeça além da água salgada do mar. Suspirando, ele se jogou para trás no sofá, levando a mão ao rosto.

- Quem diabos é você, afinal de contas... - Ia dizendo. Sentiu o sofá ao seu lado ficando mais leve e retirou a mão dos olhos. Notou que a menina de vestido e coturnos passava a mão pela testa de sua irmã, que não parecia nada bem. Ela começou a mexer dentro do vestido e de lá tirou algo com a cor de cobre claro, um metal alaranjado e fosco. Parecia uma arma, então se levantou em susto, mas notou que a menina levou o objeto à boca e começou à o assoprar. Ao se aproximar, e a ouvir a melodia que emanava ao redor de maneira calorosa, percebeu que era apenas uma flauta muito bem feita. A sinfonia é tão bela e aquecedora que jurava ter visto um sol escaldante se formar atrás da jovem, que tocava graciosamente a flauta revesando os dedos pelos orifícios do instrumento musical.

Subitamente acabou, e o rapaz ficou confuso. Por quê havia ficado decepcionado com o fim daquela canção? Algum tipo de hipnose ou poder de sedução estava contido naquela melodia, mas não ousava questionar o motivo. Quando voltou para si, a menina já estava em frente à porta de saída, a abrindo de forma suave.

- Espere, o quê você fez com a minha irmã? - Andando até o lado da mesma, colocou a mão por baixo de sua franja castanha e reparou que não havia mais sinais de febre excessiva, como antes. Surpreso, olhou para a menina de cabelos rosa, que estava dando o primeiro passo para fora da casa.

- Lá fora... Você entrou para ajudar, eu vi. Você tem coração, é amável. Porém, não posso o amar. O amor dói de mais, e você já tem dor pra carregar... - Aquelas palavras pareciam sem nexo para o garoto, e ela fechou a porta atrás de si, para provavelmente nunca mais ser vista em meio à multidão. Por quê isso o decepcionava? Se pegava pensando, outra vez. Decidiu somente ficar grato por todo o ocorrido, e decidiu descansar um pouco.

Quando estava prestes à fazer isso, porém, batidas fortes ecoaram em sua porta e quase acordaram sua irmã. Imaginou primeiramente que seria a menina outra vez, mas não conseguia imaginar mãos tão pequenas causando um estardalhaço desses na entrada de sua casa. Abriu a porta branca, notando um grupo de marinas bem ameaçadores o observando. Tremeu levemente na base, imaginando que seriam companheiros daqueles que a menina massacrou ao ser quase abusada, porém descartou a hipótese quando notou que pareciam muito mais competentes que aqueles arruaceiros, e havia um representante ou líder naquela equipe.

- Posso ajudar? Oh... - Pergunta Fahren aos soldados, tentando não parecer suspeito ou assustado, mas então reparou em quem estava na frente da trupe.

- Olá, cidadão. Meu nome é Kaín de Tubarão, sou um dos Comandantes Marinas da Divisão do Atlântico Sul. Vim aqui perguntar se por acaso não viu uma criatura pequena de cabelos rosa perambulando por aí? - Disse o homem moreno de cabelos azuis jogados para o lado, e com olhos de tom azul tão marinho quanto o fundo do oceano. Em sua ombreira estava a cabeça de um tubarão, em seu pescoço a arcada dentária pontiaguda, uma escama alaranjada e dourada cobria seu corpo e uma tiara fina estava abaixo de sua testa, protegendo a mesma. Nadadeiras finas como laminas estavam presas aos seus braços e pernas, e pareciam bem cortantes à julgar pela forma que tremeluziam à luz que vinha do topo do oceano.

- Er.. Eu sou Fahren Reit, e sim eu vi uma jovem de cabelos rosa. Ela foi atacada, lutou com uns caras e depois me acompanhou até em casa. Vocês estão a caçando? Ela não teve culpa! - Foi dizendo o rapaz. No começo estava se sentindo intimidado por uma das maiores autoridades embaixo d'água, um Comandante Marina, ter se posto perante sua residência em busca de explicações. Mas reparou que se sentia entregando-a, e isso o deixava mal por dentro, então começou a deixar claro que a menina não havia culpa do acontecido, apenas uma vítima. O tubarão olhou para os marinas ao redor, e o silêncio reinou por alguns segundos.

Então, começou a gargalhar.

- Ela? Ah, sim. Vejo que Roux esteve por aqui afinal de contas. É meu trabalho botar aquele pequeno na linha, sabe? - Foi dizendo Kaín, o renomado Tubarão Branco que já havia participado de muitas batalhas carregando o estandarte de Poseidon.

Mas então, as palavras começaram a se encaixar na sua cabeça. Pequeno? Roux?

- Você quer dizer.. Roux de Sirene? O General Marina do Atlântico Sul? - Sua boca foi ao chão, pensando que aquela pessoinha esmirrada que parecia uma bela garotinha num vestido era na verdade um imponente General Marina, uma das 7 figuras mais importantes da civilização submarina e provavelmente um dos guerreiros mais competentes do planeta. Além do mais, um garoto? Em nada aquilo se parecia com um menino, mas pela maneira que reagiram à maneira que falou sobre a pessoa, já estavam acostumados com esse tipo de confusão.

- Sim. Aquele pivetinho dá um trabalho danado, sempre brisando por aí, saca? Bem, imagino que não saiba pra onde ele foi? - Pergunta o comandante ao rapaz, que nega estaticamente com a cabeça, suando frio.

- O quê um General Marina... Err, você sabe, faria nessa parte tão plebe dos distritos de Atlântea, afinal de contas? - Questiona o jovem ao marina.

- Roux é uma pessoa curiosa, sabe. Poucos tem a oportunidade de o conhecer por dentro. Seus sentimentos são tão sem nexo que as vezes nem ele mesmo entende o quê se passa por sua cabeça, mas é um bom garoto. Chegou aos seus ouvidos que alguns arruaceiros de meia tigela que se intitulavam soldados marinas estavam cometendo crimes pela cidade e aproveitando a deixa para colocarem medo no povo. Parece que ele não quis esperar eu chegar com os soldados, pelo visto. E pelos corpos que encontramos numa esquina ao longe daqui, também. Bom, obrigado pela ajuda, tenha um ótimo dia. - Disse o marina de tubarão, se retirando e ordenando comandos de busca aos soldados ao seu redor, guerreiros com completa escama marina de cor azul.

- Então se infiltrou entre criminosos daquela maneira, colocando sua vida em risco, em prol das pessoas que andam sendo atacadas? E além disso, curou minha irmã. Roux de Sirene.. Afinal de contas, quem é você? - Ia dizendo para si mesmo Fahren, curioso. O sorriso sem vida daquele jovem aparecia em sua mente, enfadosamente misterioso.

Mal sabia ele que não seria a última vez que aquela sirena havia aparecido em sua vida.

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Re: Prólogos Paralelos - Solo - General Marina Roux

Mensagem por Kenshin Himura em Seg Mar 30, 2015 12:09 am

Prólogo com enredo bem interessante, embora ainda sentido falta de "algo" em relação do desenrolar do mesmo. Faltando mais ação, digamos.  Palavras bem usadas e uma organização bem estruturada, não tendo erros visíveis no mesmo.


1500 XP. Ou seja, um nível adquirido e faltando + 500 XP pra seguir no próximo.

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