Ficha Scorpion Ryos

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Ficha Scorpion Ryos

Mensagem por Jackal de Balron em Qui Mar 26, 2015 12:48 pm

Scorpion Ryos


Nome: Ryos L. Schiffer.
Idade: Vinte e três anos.
Sexo: Masculino.
Signo: Escorpião.
Veste: Armadura dourada de Escorpião.


Aparência:
Caucasiano de estatura alta com oitenta e seis quilos distribuídos uniformemente em músculos definidos, seu tamanho é de um metro e noventa centímetros. Um homem grande com lindos olhos de tom azul , com longos cabelos ondulados de tom azulado. Seu corpo é marcado por cicatrizes muitas delas talvez mais profundas do que aparentam, dentre todas as cicatrizes do seu corpo a que mais se destaca por sua aparência reside do seu ombro direito até a ponta do indicador destro. Semelhante a uma queimadura, a cicatriz é similar a uma espécie de tatuagem  em forma de “raios” que correm por todo braço do jovem.Em vestes normais o cavaleiro costuma trajar roupas escuras normalmente um, sobretudo negro junto de calças jeans escuras com sapatos sociais de bico fino. Fora as vestes normais o homem costuma usar um par de luvas de couro de meio dedo. Junto a isso o cavaleiro também costuma carregar sua box dourada em suas costas. Raramente o cavaleiro é visto em trajes normais, quando é visto normalmente esta vestindo sua sagrada armadura de ouro.



Psicológico:
Um homem sádico, cujos sentimentos foram despedaçados  por aqueles que deviam lhe dar esperança. A vida nem sempre lhe foi justa, pois foi alguém de bom coração um dia, as dificuldades e traumas o tornaram um homem frio, egoísta e sarcástico, porém no fundo humilde. Ryos com o passar dos anos passou a ter conhecimento sobre muitas coisas roubando livros das bibliotecas por onde passava e se tornando após alguns anos um homem de vasto conhecimento. Submetido ao lado ruim do mundo, o garoto desde cedo aprendeu que não há caminhos fáceis para se trilhar. Se tornando desde cedo um maníaco e psicopata. O jovem possuía uma personalidade conturbada que muda constantemente, às vezes agia normalmente com uma pessoa comum, mas outras vezes agia como um verdadeiro louco que mata qualquer um que entrasse em seu caminho, meramente por diversão. Após ser salvo por Atena e se tornar cavaleiro da mesma, o jovem passou a ser devoto à deusa, obedecendo todas suas ordens, inclusive lutar pelo amor e a paz na Terra. Seu modo de agir o torna um dos mais solitários cavaleiros de Atena, não mantendo contado com os demais cavaleiros de ouro, amenos que seja necessário. Seu orgulho o torna “brincalhão” em batalhas, normalmente subestimando seu adversário como presas ou vermes que devem ser devorados ou esmagados pelas mãos do escorpião dourado. Quando esta lutando à sério este normalmente tende a ser direto e matar seu inimigo com poucos golpes, porém quando esta "brincando" tende a provocar o inimigo constantemente fazendo-o cair em armadilhas óbvias.



História:
Certa vez me disseram: "Não é como se começa, é como se termina". Bem... no momento não soube o que responder, talvez fosse jovem de mais para compreender o que uma pequena frase pudera significar. Partindo deste principio, enquanto contemplava o céu estrelado comecei a pensar, como nós seres tão pequenos e insignificantes podemos mudar e significar tanta coisa. Minha história não é melhor do que a de ninguém, também não a pior. Hoje tenho vinte e três anos, vivi boa parte da minha vida sobrevivendo. Jamais esquecerei o passado, pois a partir dele consigo compreender o presente e aspirar um futuro digno. Um dia um jovem garoto perguntou sobre minha história, seu olhar sincero e curioso me deixou intrigado, porém não soube responder. Talvez fosse verdade que não soubesse responder... ou talvez ele era jovem de mais para compreender o que passei até chegar aqui. Hoje estou contemplando a lua mais uma vez, então a pergunta do menino me veio na mente, mas como eu poderia ter começado a contar minha história à aquele jovem menino... que tal voltarmos desde onde consigo me lembrar...

Como toda criança, eu era dependente dos meus pais e jamais pensei que algo ruim fosse acontecer a eles. Eu não tinha conhecimento nem idade o suficiente para compreender o que acontecia no meu país, mas lembro dos meus pais começarem a agir diferente com o passar do tempo. Aquilo mal me preocupava, eu era feliz tinha tudo de que precisava para ser feliz, eu amava meus pais de uma forma inescapável sabia que eles sentiam o mesmo por mim, isso era reconfortante. Pelo o que lembro minha infância tivera sido boa demais, nunca me faltavam amigos para brincar, como qualquer garoto eu gostava da menina mais bonita do bairro, são coisas tão simples que enquanto vivia não percebia o significado delas. Até ai tudo era perfeito, minha história estava prestes a começar sem eu mesmo saber, o que o futuro guardou para mim não era agradável... Porém me tornou o que sou hoje, mesmo não sendo o que eu sonhei pro meu futuro, me reconforto ao saber que tenho o poder para evitar que outras crianças sofram da forma que sofri.

Por algum motivo meu país entrou em estado de Civil War, nunca descobri o por que, também não desejo saber o motivo. Eu morava junto de meus pais no centro da cidade, em um bairro de classe média/alta. Como todas as outras guerras o foco principal do embate é no centro, nesta ocasião não foi diferente. Pouco me lembro de como meus pais morreram, apenas lembro-me de que eles foram fuzilados diante dos meus olhos, talvez por presenciar tal situação eu tenha adquirido este problema. Quando a Civil War começou definitivamente, o exercito local passara a marchar pelas ruas devastando toda população que estava contra seus representantes políticos. Meus pais tentaram fugir da cidade, porém antes de sairmos de casa alguns homens invadiram a residência e os metralharam na minha frente, meu pai instantes antes de morrer quando viu os homens entrando na casa me escondeu debaixo da mesa me tapando com alguns panos, em seguida ele e minha mãe foram mortos. Após cumprir seu dever, os homens saíram da casa como de nada tivesse acontecido, assim que eles se foram logo fui até os cadáveres, meus olhos se enchiam de lágrimas, então aos prantos me debruçava sobre o corpo de minha mãe.

- Mãe ??? Mãããeeee... Paaaai... - Gritar por aqueles que já estavam mortos diante de mim fora uma atitude inconsciente, porém típica da situação. Eu estava debruçado sobre o cadáver de minha mãe, coberto por sangue, e ao som dos tiroteios desmaiava no local.

Muitos dizem que Deus escreve nosso destino e o caminho que devemos trilhar, por muito segui tal ideologia até que um dia descobri o contrário. Muito me perguntei por que deus me impôs tal sofrimento, pensei muito nisso por sinal... bem tive muito tempo para pensar. Quando me acordei não lembrava de muita coisa, então me levantei um pouco atordoado, com uma expressão relaxada de quem recém tivera acordado de uma péssima noite de sono, segui até a porta da casa então a abri saindo para fora. Fiquei sem reação, suspirava ao ver tal cenário de destruição, havia vários corpos atirados pela rua junto com a algumas residências em ruínas. Eu olhei para trás e via apenas um corredor escuro, sabia que no final dele jazia os corpos de meus pais, queria vê-los mais uma vez, porém preferia preservar as melhores lembranças deles. Sem noção do que estava acontecendo e de o que fazer saia correndo em qualquer direção aos prantos, não sabia para quem pedir ajuda, guardava os ensinamentos de meu pai que não devia confiar em qualquer um, porém na situação em que me encontrava não tinha muitas opções.

Corri na mesma direção por algum tempo, tenho certeza de que não foi muito, enquanto corria algo me chamou atenção. Havia uma igreja não muito destruída, estava "morto" de sede e com muita fome, correr e chorar por algum tempo tivera feito melhorar, então bati na porta da igreja e chamei pelo padre.

- Padre!!! Padre, o senhor esta ai ?
- O chamei por algum tempo, então após várias tentativas resolvi aguardar pelo padre sentado nas escadas da igreja. Logo um senhor empunhando uma espingarda surge ao lado da igreja, no primeiro momento gelei achando que o senhor iria me matar, mas logo me lembrei que morrer era o melhor que podia me ocorrer já que não tinha mais nada nem motivo para viver.

- Menino, o que fazes abandonado aqui ?
- Perguntou o senhor gentilmente ao ver o garoto ensanguentado com uma expressão triste. O padre logo abaixou sua espingarda e fez sinal com a cabeça para o menino segui-lo até os fundos da igreja.-Vejo que você passou por bastante coisa, por hora lhe darei abrigo pois passamos por momentos difíceis, mas o senhor um dia nos trará a paz novamente.- O velho acompanhou o garoto para dentro da igreja pelos fundos, logo seguindo para a cozinha. - Sente-se meu rapaz, vou preparar um café para nós e me conte o que você passou. - O homem gentilmente começava a prepara duas canecas de café, além de servir alguns pedaços de bolo para o menino.

Degustou do café e do bolo com vontade, não respondeu nenhuma das perguntas do padre, saboreava a refeição de forma como se jamais fosse comer tal coisa outra vez. Então após terminar de comer o menino contou ao senhor tudo que tinha lhe acontecido, o padre então correspondia o menino dizendo que o abrigaria na igreja o tempo que fosse necessário. O garoto se alegrou instantaneamente por saber que tinha uma lar mais uma vez, mesmo não sendo permanente já era algo para que ele pudesse aprender a se virar. Então passei a viver com aquele nobre senhor que me estendera a mão quando precisei, até este ponto tive boas influencias para me tornar um bom homem no futuro. Com o padre aperfeiçoei meus conhecimentos, melhorei minha leitura e escrita, o homem sabia que não viveria muito tempo para me prestar ajudar, então fez o máximo que pode por mim. Alguns meses após ter começado a morar com o padre, ele decidiu viajar para outro país, consequentemente eu fui junto para prestar ajuda ao idoso. Tínhamos uma relações de avô e neto, ele me dava abrigo e segurança e eu o ajudava nas tarefas, não era a melhor vida, porém era o melhor que eu tinha e valorizava aquilo. Aprendi muito no tempo que vivi acompanhado com o padre.

Talvez eu ainda tivesse dez anos quando me mudei para a Roma, o padre teria arranjado uma residência poucas horas do Vaticano. Passei poucas semanas felizes em Roma, tive a honra de conhecer o Vaticano junto do padre. Até o momento eu era um garoto normal cuja a mente as vezes ficava conturbada, infelizmente um dia o senhor que me ajudou e que me deu esperança para seguir em frente veio a falecer. Afirmo em dizer que foi uma morte calma e natural, ele já tinha uma idade avançada então seu falecimento era algo que eu já esperava. Porém após o falecimento do padre fui obrigado a me tornar alguém que jamais pensei em ser. Procurei por abrigo de crianças órfãs por toda a cidade, mas nenhuma me aceitou. Vivi com o que tinha por algum tempo, até que fiquei sem nada. Aos poucos a comida se foi, sem dinheiro para pagar as contas logo fiquei sem água e luz, era novo de mais para trabalhar então minha única opção seria roubar para sobreviver.

Então decidi começar roubando comida, já que ainda tinha um abrigo para passar a noite. Não era fácil furtar alimentos das feiras, com o passar do tempo fui ficando cada vez mais sujo e com as roupas gastas, assim todos me olhavam com uma expressão torta. Mal falavam comigo, por sorte consegui roubar alimentos por algum tempo sem que percebessem. Até que um dia... todo ladrão é descoberto e quando isso acontece, bem minhas cicatrizes começaram a partir desde momento. Enquanto roubava goiabas de uma banca na feira de domingo o dono da banca me pegou no flagra, não tinha argumentos para me defender então o mínimo que podia fazer era correr, mas o feirante gordo começou a gritar dizendo "esse pivete é um ladrãozinho barato que rouba minhas goiabas", continuei a correr até que esbarrei um homem, ele disse ao feirante que ia cuidar de mim, bem ele cuidou. Fui arrastado pelos cabelos para um beco onde fui espancado pelo homem, após alguns socos e chutes estava coberto de hematomas, estava completamente machucado com alguns cortes por causa dos golpes, enquanto estava caído encontrei um gargalo de garrafa de vidro quebrado, por sorte ainda tinha forças para me mover então empunhei este e esperei o momento exato para tentar algo, fingi estar desmaiado para que o homem fosse embora, quando ele me deu as costas e se distraiu com uma moça que passava pela rua saltei nas costas dele cravando o gargalo quebrado em suas costas, enquanto o homem gritava de dor tentando tirar o gargalo eu fugia o mais rápido que podia. Aquela fora a primeira vez que atacava alguém de tal maneira, como qualquer ação executada pela primeira vez foi estranho, então a segunda já seria mais tranquila.

Naquele dia pela primeira vez feri alguém, sabia que teria de repetir isso mais vezes para conseguir sobreviver, então assim o fiz. Passei anos roubando e matando para conseguir sobreviver, não era isso que sonhava para meu futuro, porém as coisas aconteceram tão rápido que não sabia mais como tinha chegado até aquele ponto. Mal consigo lembrar o motivo porque matava as pessoas, apenas as matava para ter certeza que não iriam me atrapalhar enquanto roubava. Bem... contando assim parece fácil dizer que matei e roubei, mas nem sempre tive a sorte de não ser encontrado. Para evitar de ser preso ou morto matava qualquer um que entrasse em meu caminho. Lembro de ter feito minha primeira vitima aos dezesseis anos, deste momento em diante fui pegando o gosto de matar. Troquei de cidade inúmeras vezes, normalmente fugindo da sociedade que me perseguia por tantos crimes.
 
Passei vários anos como um criminoso, mal sabia por onde andava, estava notavelmente perdido, não sabia o que fazer nem para onde ir. Só fazia o que sabia fazer, assim passei os anos acumulando mortes e cicatrizes, até que um certo dia embarquei em um navio para o Egito. Ao desembarcar no porto do Cairo senti como se minha vida fosse mudar novamente, pensei em arrumar um bom emprego e tentar levar uma vida normal, porém cometer crimes era mais fácil. Enquanto perambulava pela cidade a noite encontrei um homem sentando em uma esquina, este estava encostado em uma caixa grande feita de ouro, no mesmo momento decidi rouba-lo. Me aproximei dele, quando levei minha destra até a urna o homem desperta.

-Garoto, não faça isso! - Disse o homem em um tom sério, ele em um movimento rápido segurou minha mão, pela primeira vez em anos fiquei com medo de alguém. - Você não aparenta ser uma pessoa ruim, só aparenta não ter tido sorte na vida. - Fiquei perplexo com as palavras do homem, era como se ele soubesse o que passei. Fiquei calado sem lhe dar nenhuma resposta, não sabia o que responder. - Presumo que seja maior de idade, você me parece ser alguém com futuro, te pago uma bebida e você me conta sua história. - Primeiramente suspeitei das intenções dele, mas logo aceitei o convite a ele, fomos até um bar e enquanto bebíamos
contei minha história.

- Só queria ser alguém melhor, talvez ajudar as pessoas a não sofrerem o mesmo que sofri... - Estas foram minhas ultimas palavras antes de receber uma proposta que mudaria minha vida significativamente. - Meu jovem, se desejas fazer algo bom posso te dar esta oportunidade. O caminho até lá não será fácil em nenhum momento, mas se você for digno será um homem completamente diferente. Lembre-se disso sempre, não é como se começa é como se termina, faça do resto de sua vida o melhor possível para você e seus iguais. - Seu olhar mostrava que ele estava determinado a me ajudar, bom talvez fosse mesmo me ajudar. Decidi aceitar a proposta dele, não tinha nada nem com o que me importar, se essa era a chance de minha vida melhorar o que custa tentar.

Após bebermos seguimos para fora da cidade até nas proximidades das pirâmides, sentados em volta de uma fogueira sobre o luar, o homem  então começou a me contar sobre a lenda dos deuses. Ele me contou que pertencia a elite dos cavaleiros de Atena, que tinham como dever manter a paz e o amor na terra. Tudo era muito complexo até então, sem entender onde ele queria chegar fiquei atento a tudo que era dito. Logo ele me lançou uma proposta para treinar junto a ele e ser um dos oitenta e oito cavaleiros de Atena. Vendo que aquilo era o melhor que tinha para o momento aceitei. A partir daquele dia treinei por cinco anos até me tornar um cavaleiro de ouro.

Estava decidido a ser um cavaleiro, via nisso a chance de redimir todos meus crimes de um passado infeliz. Treinei arduamente por meses no deserto escaldante até conseguir sentir o pequeno universo que reside dentro do meu espírito, segundo meu mestre esta força é chamada de cosmo, com ela posso fazer o impossível apenas acreditando em mim mesmo. Dei o melhor de mim durante anos, com o passar do tempo parei de sentir meu poder crescendo mesmo que ele ainda aumentasse a cada dia. Com o tempo fui treinando e conhecendo a história dos antigos cavaleiros, comecei a aspirar a armadura de ouro do meu mestre, pois certa vez ele me disse que o herdeiro da armadura de ouro de escorpião seria o seu discípulo, em outras palavras eu . Enquanto ele me ensinava suas técnicas de combate, em minha mente pensava que jamais conseguiria chegar até o nível dele. Segundo meu mestre em quatro anos de treinamento eu já estivera no nível de um cavaleiro de prata, isso era gratificante chegar tão longe apenas com trabalho duro.

Como futuro cavaleiro de escorpião precisava entender como o animal e minha constelação guardiã me ajudariam a aumentar meu poder, para aperfeiçoar minhas técnicas passei a treinar meu cosmo e técnicas em cavernas onde escorpiões faziam seus ninhos. Enquanto elevava meu cosmo dentro da caverna um escorpião picou meu braço direito, o veneno do animal começava a circular por todo meu corpo causando uma paralisia imediata, mesmo com o corpo paralisado meu cosmo continuava a se elevar tornando o veneno parte de mim, com o tempo uma marca rubra se criou do meu ombro até a ponta do indicador destro, porém o veneno do escorpião passou a ser parte de mim e do meu cosmo conseguindo criar técnicas extremamente venenosas a partir do veneno daquele escorpião. O tempo foi passando e a cada dia ficava mais forte, muito tempo tivera se passado desde que perdi meus pais, mal lembrava do rosto deles mas guardava comigo todos momentos bons que passei com eles.

Pouco tempo atrás meu mestre faleceu por causa de uma doença no coração, antes de partir ele me deixou a sagrada armadura de ouro e disse para mim procurar o Grande Mestre no santuário de Atena, na Grécia. Após sua morte fui para o santuário o mais depressa que pude, em algumas semanas consegui chegar até o santuário de Atena onde encontrei o grande mestre observando o treinamento dos futuros cavaleiros. Não faz muito tempo que vim para o santuário, logo quando cheguei consegui conversar com o grande mestre e contei para ele tudo que tinha acontecido, ele então me admitiu como um dos doze cavaleiros de ouro. E foi desta forma que me tornei um cavaleiro de Atena, estou curioso para saber o que o futuro me guarda.


Última edição por MOD Ryos de Escorpião em Dom Mar 29, 2015 12:46 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Ficha Scorpion Ryos

Mensagem por ADM Áster de Câncer em Sex Mar 27, 2015 4:22 pm

Aparência e psicológico bem descritos.

Historia bem desenvolvida.  Narrar Batman te fez bem!  Meus parabéns. Bem vindo ao reino de Atena.

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